Salmo 98 — Texto Completo, Significado e Oração “Cantai ao Senhor um Cântico Novo”
O Hino da Vitória de Deus — Quando Toda a Criação Celebra o Julgamento Justo

O Salmo 98 é o hino de vitória mais exuberante dos salmos do reinado — e o que mais explicitamente conecta o cântico novo com as maravilhas que Deus realizou pela Sua “mão direita e pelo Seu santo braço” (v.1). Onde o Salmo 96 havia convocado as nações a anunciar a glória de Deus, o Salmo 98 celebra a vitória já realizada: “o Senhor salvou com a sua mão direita e com o seu santo braço” — não salvará no futuro hipotético, não possivelmente salvará — salvou. É hino de comemoração de vitória alcançada.
A estrutura do Salmo 98 é de círculos de louvor que se expandem progressivamente. O primeiro círculo (v.1-3) é Israel comemorando a vitória de Deus que foi revelada especificamente ao povo da aliança. O segundo círculo (v.4-6) é “toda a terra” convocada ao jubileu com instrumentos musicais de toda espécie. O terceiro círculo (v.7-9) é a própria criação — o mar, os rios e os montes — convocados a unir-se ao coro porque o Juiz vem. É cosmologia do louvor: de Israel ao mundo, do mundo ao cosmos.
O versículo mais teologicamente rico do Salmo 98 é o versículo 3: “Ele se lembrou da sua misericórdia e da sua fidelidade para com a casa de Israel; todos os extremos da terra viram a salvação do nosso Deus.” Este versículo une três dimensões inseparáveis do agir de Deus: a memória (Deus lembrou), a aliança (misericórdia e fidelidade para com Israel) e o alcance universal (todos os extremos da terra viram). A salvação de Israel não é assunto privado de uma nação — é revelação pública destinada ao mundo inteiro.
Salmo 98 — Texto Completo
Salmo.
1 Cantai ao Senhor um cântico novo, porque ele fez maravilhas; a sua mão direita e o seu santo braço lhe alcançaram a vitória.
2 O Senhor fez conhecida a sua salvação; à vista das nações revelou a sua justiça.
3 Ele se lembrou da sua misericórdia e da sua fidelidade para com a casa de Israel; todos os extremos da terra viram a salvação do nosso Deus.
4 Aclamai ao Senhor, toda a terra; rompei em voz de alegria, cantai louvores.
5 Cantai louvores ao Senhor com a harpa, com a harpa e voz de cântico.
6 Com trombetas e som de buzina aclamai diante do Senhor, o Rei.
7 Ruja o mar e a sua plenitude, o mundo e os que habitam nele.
8 Que os rios batam palmas; que os montes se alegrem juntos
9 diante do Senhor; porque ele vem para julgar a terra; julgará o mundo com justiça e os povos com equidade.— Salmo 98:1-9 (Almeida Revista e Atualizada)
Contexto — O Cântico Novo da Vitória e o Novo Êxodo

O Salmo 98 é profundamente influenciado pela linguagem de Isaías 40-55 — o chamado “Dêutero-Isaías” — que anuncia o retorno do exílio babilônico como um “novo Êxodo.” A expressão “mão direita e santo braço” (v.1) aparece em Isaías 52:10 (“o Senhor desnudou o seu santo braço à vista de todas as nações”). A salvação “à vista das nações” (v.2) é Isaías 52:10 quase ipsis verbis. E a convocação do mar, dos rios e dos montes ao louvor (v.7-8) ecoa Isaías 55:12 (“os montes e os outeiros romperão em canto de alegria diante de vós, e todas as árvores do campo baterão palmas”).
Esta correspondência revela que o Salmo 98 provavelmente foi composto no período pós-exílico — celebrando o retorno da Babilônia (538 a.C. com o édito de Ciro) como nova vitória de Deus comparável ao Êxodo do Egito. O “cântico novo” é resposta ao novo ato de salvação que Deus realizou — e que os povos ao redor puderam testemunhar. Leia o Salmo 96 como o par missionário mais próximo do Salmo 98 na série dos salmos do reinado.
Estrutura do Salmo 98
Parte 1 — A Vitória de Deus por Israel (v.1-3): O cântico novo pela vitória realizada (v.1), a salvação revelada às nações (v.2), a memória da misericórdia e fidelidade para com Israel (v.3).
Parte 2 — A Convocação de Toda a Terra (v.4-6): A aclamação de toda a terra (v.4), a harpa e o cântico (v.5), as trombetas e buzinas (v.6).
Parte 3 — A Criação em Louvor pelo Julgamento Vindouro (v.7-9): O rugido do mar (v.7), os rios que batem palmas e os montes que se alegram (v.8), o Juiz que vem com justiça e equidade (v.9).
Análise Versículo a Versículo
Versículo 1 — Cântico Novo pela Vitória Alcançada
“Cantai ao Senhor um cântico novo, porque ele fez maravilhas; a sua mão direita e o seu santo braço lhe alcançaram a vitória.”
“Cantai ao Senhor um cântico novo” — a mesma abertura do Salmo 96:1 (shiru laYHWH shir chadash), mas aqui com justificativa específica: “porque ele fez maravilhas.” O cântico novo não é convocação genérica ao louvor — é resposta a eventos específicos e recentes. O passado recente justifica o cântico novo.
“A sua mão direita e o seu santo braço lhe alcançaram a vitória” — a “mão direita” (yemino) e o “santo braço” (zero’a qodsho) são imagens de força agente. Em toda a Escritura, a “mão direita” de Deus é o poder que age em favor do povo: “a tua mão direita, Senhor, foi gloriosa em poder” (Êx 15:6). O “santo braço” é expressão de força que age exclusivamente — sem auxílio humano. A vitória não foi produto de estratégia militar de Israel — foi alcançada exclusivamente pela força de Deus. Para os versículos de fé e motivação.
Versículo 2 — A Salvação Revelada às Nações
“O Senhor fez conhecida a sua salvação; à vista das nações revelou a sua justiça.”
“O Senhor fez conhecida a sua salvação” — a salvação de Deus não é acontecimento privado escondido dentro de Israel. Deus a “fez conhecida” — tornou pública, revelou, proclamou. É a mesma lógica do Êxodo: Deus disse a Faraó “para que saibas que não há como o Senhor nosso Deus” (Êx 8:10) — a salvação de Israel foi demonstração de quem Deus é para os povos que observavam. “À vista das nações revelou a sua justiça” — a justiça (tzidqato) de Deus — a Sua retidão, o Seu agir em consonância com o Seu caráter — foi “revelada” como se fosse descoberta de algo que estava oculto. As nações que não tinham acesso à revelação de Sinai puderam ver a justiça de Deus pela forma como Ele agiu em favor de Israel. Leia o Salmo 67:2 — “para que se conheça na terra o teu caminho, e entre todas as nações a tua salvação” — como o par direto deste versículo.
Versículo 3 — Memória, Aliança e Alcance Universal
“Ele se lembrou da sua misericórdia e da sua fidelidade para com a casa de Israel; todos os extremos da terra viram a salvação do nosso Deus.”
“Ele se lembrou da sua misericórdia e da sua fidelidade” — o lembrar de Deus (zachar chesdo ve’emunato) não é lembrança passiva de algo esquecido. É ato de aliança ativa: Deus Se lembrou — e agiu. A misericórdia (chesed) e a fidelidade (emet) são os dois atributos centrais da aliança — os que o Salmo 85:10 havia declarado que “se encontraram.” Que Deus “se lembrou” deles é declaração de que a aliança foi cumprida da parte de Deus, mesmo quando Israel havia falhado.
“Todos os extremos da terra viram a salvação do nosso Deus” — o versículo mais universal do Salmo 98. Os “extremos da terra” (kol afse aretz) — literalmente os fins, as pontas, os confins — são os lugares mais remotos do mundo habitado. É a salvação de alcance máximo: não apenas Israel, não apenas os vizinhos, não apenas as grandes potências — os “extremos da terra” viram. Para o cristão, esta promessa encontrou cumprimento na missão apostólica: Paulo cita Isaías 49:6 (“eu te pus como luz das nações, para que sejas a minha salvação até os extremos da terra” — At 13:47) ao justificar a missão às nações. Leia os versículos de esperança.
Versículos 4-6 — Toda a Terra em Aclamação Instrumental
“Aclamai ao Senhor, toda a terra; rompei em voz de alegria, cantai louvores. Cantai louvores ao Senhor com a harpa, com a harpa e voz de cântico. Com trombetas e som de buzina aclamai diante do Senhor, o Rei.”
“Aclamai ao Senhor, toda a terra” — o convite do Salmo 100:1 quase literalmente. “Rompei em voz de alegria” (pitz’u varan’nu vezameru) — três verbos de louvor em sequência crescente de intensidade. A voz de alegria (rina) é o grito de júbilo que explode quando a contenção já não é possível — quando a alegria é grande demais para ser mantida dentro. “Cantai louvores ao Senhor com a harpa” (v.5) — o instrumento da música sagrada por excelência. “Com trombetas e som de buzina aclamai diante do Senhor, o Rei” (v.6) — as trombetas e buzinas são instrumentos de proclamação régia — usados para anunciar a chegada do rei, para convocar assembleias, para proclamar jubileus. O Salmo 98 usa-os para proclamar o Rei divino. Leia o Salmo 150 como o par mais exuberante desta orquestra de louvor.
Versículos 7-9 — A Criação que Bate Palmas e os Montes que se Alegram
“Ruja o mar e a sua plenitude, o mundo e os que habitam nele. Que os rios batam palmas; que os montes se alegrem juntos diante do Senhor; porque ele vem para julgar a terra; julgará o mundo com justiça e os povos com equidade.”
“Ruja o mar e a sua plenitude” — o mar que no Salmo 93 havia ameaçado com as suas ondas é aqui convocado ao júbilo. O mesmo elemento potencialmente caótico é personificado como participante do louvor. “Que os rios batam palmas” — imagem poética sem paralelo em toda a Escritura: rios que batem palmas (neharot yimcha’u kaf). As palmas são gesto humano de celebração aplicado aos rios — a criação não-humana adotando o gesto humano de louvor. É a mais bela personificação do saltério. “Que os montes se alegrem juntos” — os montes imponentes e aparentemente impassíveis se alegram “juntos” — em uníssono, em comunidade de louvor. Leia o Salmo 96:11-12 como o par direto desta criação que participa do louvor.
“Porque ele vem para julgar a terra; julgará o mundo com justiça e os povos com equidade” (v.9) — o versículo final revela por que a criação se alegra: porque o Juiz justo vem. Para quem viveu sob julgamento injusto — para quem viu a injustiça prosperar sem correção — a vinda do Juiz com “justiça e equidade” é a notícia mais boa disponível. O mar, os rios e os montes — que sofreram sob o peso da maldição do pecado humano (Rm 8:20-22) — se alegram porque a correção está chegando. É a esperança escatológica da criação inteira.
A Teologia da Salvação Visível no Salmo 98
O Salmo 98 articula uma teologia da salvação que tem três características inseparáveis:
1. A salvação é obra exclusiva de Deus: “A sua mão direita e o seu santo braço lhe alcançaram a vitória” (v.1) — não houve contribuição humana decisiva. Israel não se salvou — foi salvo. Esta ênfase é proteção contra duas heresias opostas: o moralismo (que acha que a salvação é produto do esforço humano) e o desespero (que acha que não pode ser salvo porque não tem força suficiente). O Salmo 98 declara: a força que salva é de Deus.
2. A salvação é revelação pública do caráter de Deus: “À vista das nações revelou a sua justiça” (v.2) — a salvação não é acontecimento privado entre Deus e o indivíduo. É revelação pública da justiça e da misericórdia de Deus. Cada ato de salvação é testemunho sobre quem Deus é. A salvação pessoal tem vocação missionária: é testemunho que as nações podem ver.
3. A salvação é cumprimento de aliança: “Ele se lembrou da sua misericórdia e da sua fidelidade para com a casa de Israel” (v.3) — a salvação não é ato espontâneo e imprevisível de Deus. É cumprimento de comprometimentos anteriores — da aliança com Abraão, com Moisés, com Davi. Deus salva porque prometeu salvar e porque é fiel às Suas promessas.
O Salmo 98 e o Magnificat de Maria
O Salmo 98:3 — “ele se lembrou da sua misericórdia e da sua fidelidade para com a casa de Israel” — é um dos textos mais próximos do Magnificat de Maria em Lucas 1:54-55: “socorreu Israel, seu servo, lembrando-se da sua misericórdia, como havia falado aos nossos pais, a Abraão e à sua descendência para sempre.” O verbo “lembrar” (zachar em hebraico; mnesthenai em grego) é o mesmo — Deus que Se lembra da misericórdia da aliança e age.
Maria estava cantando o Salmo 98 sem o citar diretamente — como mulher judia que havia internalizado o saltério e que reconhecia na concepção de Jesus o “novo cântico” do versículo 1: a vitória de Deus “pela sua mão direita e pelo seu santo braço” realizada na Encarnação do Filho. O “cântico novo” do Salmo 98 que respondia ao retorno do exílio é o mesmo “cântico novo” que Maria cantou diante da salvação definitiva que o Filho encarnado traria. Leia o Salmo 75:7 como o par do Magnificat que o Salmo 98 antecipa.
O Salmo 98 e o Natal
Na tradição litúrgica cristã, o Salmo 98 é especialmente associado ao Natal — e esta associação tem fundamento teológico: a Encarnação de Cristo é o cumprimento definitivo do “cântico novo” do versículo 1. O “braço santo” pelo qual Deus alcançou a vitória é o braço de Cristo que Se estendeu na Cruz; a “salvação revelada às nações” (v.2) é o Evangelho que os apóstolos levaram ao mundo; os “extremos da terra” que viram a salvação (v.3) são as nações evangelizadas em dois mil anos de missão.
O hino de Natal “Joy to the World” (Isaac Watts, 1719) é explicitamente baseado no Salmo 98: a alegria universal (v.4), os rios que batem palmas (v.8), os montes que se alegram (v.8), e o julgamento justo (v.9) são todos elementos presentes na letra do hino. Watts intitulou o hino “Salmo 98” — é uma das mais famosas parafrases de um salmo na história da música cristã. Leia o Salmo 72 como o par messiânico do Salmo 98 que encontra cumprimento no Natal.
O Salmo 98 na Liturgia Cristã
Na Liturgia das Horas, o Salmo 98 é cantado nas Laudes de quinta-feira e é o salmo responsorial da Missa do Galo (missa da meia-noite do Natal) em muitas tradições — com a antífona “hoje nos nasceu um Salvador, que é Cristo o Senhor.” É também o salmo responsorial de festas de santos missionários — os que levaram a salvação “aos extremos da terra” (v.3).
No Judaism, o Salmo 98 é cantado em Rosh Hashaná (Ano Novo judaico) — o dia do julgamento divino — porque os versículos 7-9 descrevem a criação celebrando a vinda do Juiz. O rugido do mar, o bater de palmas dos rios e a alegria dos montes são lidos como a criação em testemunho diante do Juiz supremo que vem avaliar as ações de cada ser humano no ano que passou. Leia o Salmo 97 como o par imediato do Salmo 98 na série dos salmos do reinado.
Como Viver o Salmo 98 no Cotidiano
1. Cantar o Cântico Novo pelas Vitórias Recentes — Versículo 1
“Cantai ao Senhor um cântico novo, porque ele fez maravilhas” — identificar as “maravilhas” recentes de Deus na própria vida — os atos específicos de Sua mão direita e Seu braço santo — e usar estes atos como motivação para o “cântico novo.” O louvor do Salmo 98 não é louvor genérico — é louvor específico que nomeia o que Deus fez. Para a Oração da Manhã.
2. Reconhecer a Salvação como Testemunho Público — Versículo 2
“À vista das nações revelou a sua justiça” — cultivar a consciência de que as obras de Deus na própria vida são testemunho público. A salvação pessoal não é apenas assunto privado — é revelação da justiça e da misericórdia de Deus para os que observam. Esta consciência transforma a perspectiva sobre o próprio testemunho de vida. Leia os versículos de fé e motivação.
3. Convocar os “Rios” e “Montes” Pessoais ao Louvor — Versículos 7-8
“Que os rios batam palmas; que os montes se alegrem juntos” — usar esta imagem na prática de gratidão: a própria criação — o corpo, o trabalho, as criações, os relacionamentos — como participantes do louvor. Não apenas a alma louva — toda a existência criada é chamada a participar da celebração da vitória de Deus. Para os versículos de esperança.
4. Aguardar o Julgamento Justo com Alegria — Versículo 9
“Julgará o mundo com justiça e os povos com equidade” — cultivar a perspectiva escatológica do Salmo 98: a vinda do Juiz com justiça e equidade é motivo de alegria — não de terror — para os que confiam na misericórdia de Deus. O mesmo Deus que “se lembrou da Sua misericórdia” (v.3) é o Juiz que julgará com equidade. Para os versículos sobre confiança em Deus.
Oração Baseada no Salmo 98
Cantai ao Senhor um cântico novo —
porque Ele fez maravilhas.
A Sua mão direita e o Seu santo braço
lhe alcançaram a vitória.
O Senhor fez conhecida a Sua salvação.
À vista das nações revelou a Sua justiça.
Ele Se lembrou da Sua misericórdia
e da Sua fidelidade para com a casa de Israel.
Todos os extremos da terra
viram a salvação do nosso Deus.
Aclamai ao Senhor, toda a terra.
Rompei em voz de alegria.
Cantai louvores com a harpa.
Com trombetas e buzina
aclamai diante do Senhor, o Rei.
Que o mar ruja —
que os rios batam palmas —
que os montes se alegrem juntos —
diante do Senhor —
porque Ele vem para julgar a terra.
Julgará o mundo com justiça
e os povos com equidade.
Amém.
Frases do Salmo 98 para Compartilhar
- “Cantai ao Senhor um cântico novo, porque ele fez maravilhas.” — Salmo 98:1
- “A sua mão direita e o seu santo braço lhe alcançaram a vitória.” — Salmo 98:1
- “O Senhor fez conhecida a sua salvação; à vista das nações revelou a sua justiça.” — Salmo 98:2
- “Ele se lembrou da sua misericórdia e da sua fidelidade para com a casa de Israel.” — Salmo 98:3
- “Todos os extremos da terra viram a salvação do nosso Deus.” — Salmo 98:3
- “Que os rios batam palmas; que os montes se alegrem juntos diante do Senhor.” — Salmo 98:8
- “Julgará o mundo com justiça e os povos com equidade.” — Salmo 98:9
- “O Salmo 98 é o fundamento bíblico de Joy to the World — e revela que a chegada do Juiz justo é motivo de alegria para toda a criação.”
O Salmo 98 e Outros Conteúdos do Site

- Salmo 97 — Par imediato na série dos salmos do reinado.
- Salmo 96 — “Cantai ao Senhor toda a terra” — par missionário do Salmo 98.
- Salmo 67 — “Para que se conheça a tua salvação entre as nações” — par do v.2.
- Salmo 75 — Par do Magnificat que o v.3 antecipa.
- Salmo 150 — A orquestra completa do louvor — par dos instrumentos dos v.5-6.
- Salmo 72 — O Rei messiânico universal — par do cumprimento natalício do Salmo 98.
- Versículos de Esperança — “Todos os extremos da terra viram” — a esperança universal do v.3.



