Salmo 85 — Texto Completo, Significado e Oração "Restaura-nos, Ó Deus da Nossa Salvação"

Salmo 85 — Texto Completo, Significado e Oração “Restaura-nos, Ó Deus da Nossa Salvação”

Salmo 85 — Texto Completo, Significado e Oração “Restaura-nos, Ó Deus da Nossa Salvação”

O Salmo do Encontro — Quando Misericórdia e Verdade Se Abraçam

Salmo 85 — Texto Completo, Significado e Oração

O Salmo 85 é um dos mais poeticamente perfeitos de todo o saltério — e contém o versículo mais amado de toda a coleção dos filhos de Coré: “A misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram” (v.10). Em um único versículo, o salmista captura em imagem de encontro humano os quatro grandes atributos divinos que a tradição bíblica considerava aparentemente em tensão: a misericórdia que perdoa e a verdade que não pode ignorar o pecado; a justiça que exige retidão e a paz que deseja harmonia.

O Salmo 85 tem estrutura de três tempos: o passado da graça recebida (v.1-3 — “foste propício à tua terra… perdoaste a iniquidade do teu povo”), o presente do clamor pela restauração (v.4-7 — “restaura-nos, ó Deus da nossa salvação”), e o futuro da visão recebida (v.8-13 — “ouvirei o que o Senhor Deus falar”). É oração que não fica presa no presente da crise — move-se da memória à expectativa passando pelo clamor.

O versículo 8 é de importância espiritual particular: “Ouvirei o que o Senhor Deus falar; pois ele falará paz ao seu povo e aos seus santos.” É declaração de postura contemplativa — “ouvirei.” Em vez de continuar clamando (como nos versículos 4-7), o salmista para e ouve. É virada da oração de pedido para a oração de escuta — e o que ele ouve é “paz.” Este movimento de clamor a escuta a visão é o modelo de oração mais completo disponível no saltério.

Salmo 85 — Texto Completo

Ao mestre de canto. Dos filhos de Coré. Salmo.

1 Senhor, foste propício à tua terra; trouxeste o cativeiro de Jacó de volta.
2 Perdoaste a iniquidade do teu povo; cobriste todos os seus pecados. (Selá)
3 Retiraste todo o teu furor; voltaste da tua ardente ira.
4 Restaura-nos, ó Deus da nossa salvação, e faz cessar a tua indignação para conosco.
5 Estarás eternamente irado contra nós? Continuarás a irar-te de geração em geração?
6 Porventura não nos revivificarás, para que o teu povo se alegre em ti?
7 Mostra-nos a tua misericórdia, Senhor, e concede-nos a tua salvação.
8 Ouvirei o que o Senhor Deus falar; pois ele falará paz ao seu povo e aos seus santos; mas que não se voltem para a loucura.
9 Na verdade, a sua salvação está próxima dos que o temem, para que habite glória em nossa terra.
10 A misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram.
11 A verdade brotará da terra, e a justiça olhará dos céus.
12 Também o Senhor dará o que é bom; e a nossa terra dará o seu fruto.
13 A justiça irá diante dele e nos porá no caminho dos seus passos.

— Salmo 85:1-13 (Almeida Revista e Atualizada)

Contexto — Os Filhos de Coré e o Período Pós-Exílico

Salmo 85 — Texto Completo, Significado e Oração

O Salmo 85 é dos “filhos de Coré” — a guilda de músicos levíticos que também compôs os Salmos 42-49, 84 e 87-88. O contexto mais provável é o período logo após o retorno do exílio babilônico (após 538 a.C. com o édito de Ciro) — quando o povo havia voltado para a terra mas ainda não experimentava a restauração plena que havia esperado.

O “cativeiro de Jacó” trazido de volta (v.1) descreve o retorno do exílio. Mas os versículos 4-7 revelam que a restauração não estava completa: ainda havia “indignação” de Deus percebida, o povo ainda precisava ser “revivificado.” É situação histórica precisa: o retorno físico aconteceu, mas a restauração espiritual e material plena ainda aguardava. Leia o Salmo 84 como par imediato do Salmo 85 na coleção dos filhos de Coré.

Versículos sobre Perdão — Os Mais Poderosos da Bíblia - imagem 4

Estrutura do Salmo 85

Parte 1 — A Memória da Graça Passada (v.1-3): O retorno do cativeiro (v.1), o perdão dos pecados (v.2), a retirada da ira (v.3).

Parte 2 — O Clamor pela Restauração Presente (v.4-7): O pedido de restauração (v.4), as perguntas “até quando?” (v.5), o pedido de revivificação (v.6) e de misericórdia (v.7).

Parte 3 — A Visão da Reconciliação Futura (v.8-13): A postura de escuta (v.8), a salvação próxima (v.9), o encontro dos atributos divinos (v.10), a reconciliação cósmica (v.11), a bênção material (v.12) e a justiça que guia (v.13).

Análise Versículo a Versículo

Versículos 1-3 — A Memória da Graça: O Passado como Fundamento

“Senhor, foste propício à tua terra; trouxeste o cativeiro de Jacó de volta. Perdoaste a iniquidade do teu povo; cobriste todos os seus pecados. Retiraste todo o teu furor; voltaste da tua ardente ira.”

“Foste propício à tua terra; trouxeste o cativeiro de Jacó de volta” — três atos de graça descritos em passado: restauração da terra, retorno do cativeiro, perdão das iniquidades, cobertura dos pecados, retirada do furor, volta da ira ardente. São seis verbos de graça passada — a história de Deus com Israel que o salmista recapitula antes de clamar pelo presente.

A estratégia do versículo 1-3 é de argumento pela história: o mesmo Deus que foi propício antes pode ser propício agora. A memória da graça passada não é nostalgia — é fundamento de esperança presente. O Salmo 77:11 havia modelado esta prática: “Lembrarei as obras do Senhor.” Leia o Salmo 77 como par desta memória da graça.

“Cobriste todos os seus pecados” — o perdão como cobertura (kissita) é imagem de ocultação misericordiosa: Deus cobre o que a justiça exporia. É a mesma imagem do Salmo 32:1 — “bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, cujo pecado é coberto.” A cobertura dos pecados é condição para a restauração que o resto do salmo clama. Leia o Salmo 32 como o par mais próximo deste perdão.

Versículos 4-7 — O Clamor pela Restauração: “Revivifica-nos”

“Restaura-nos, ó Deus da nossa salvação, e faz cessar a tua indignação para conosco. Estarás eternamente irado contra nós?… Porventura não nos revivificarás, para que o teu povo se alegre em ti? Mostra-nos a tua misericórdia, Senhor, e concede-nos a tua salvação.”

“Restaura-nos, ó Deus da nossa salvação” — o mesmo clamor do Salmo 80:3, 7, 19 — mas aqui o título é mais pessoal: “Deus da nossa salvação.” Não apenas o Deus poderoso mas o Deus que já salvou antes e que é identificado por essa salvação.

“Porventura não nos revivificarás?” (halo attah tashuv techayenu) — “revivificar” é dar vida novamente, ressuscitar. O povo está descrito como quase morto — retornado do exílio mas ainda sem vida plena. A revivificação pedida é mais do que melhora de circunstâncias — é restauração existencial. E o propósito da revivificação é específico: “para que o teu povo se alegre em ti” — a alegria em Deus é o sinal de vida restaurada. Para os versículos de esperança.

Versículo 8 — Ouvirei o que o Senhor Falar

“Ouvirei o que o Senhor Deus falar; pois ele falará paz ao seu povo e aos seus santos; mas que não se voltem para a loucura.”

“Ouvirei” (eshme’ah) — futuro que expressa decisão: “vou parar e ouvir.” Esta mudança de postura — de clamor a escuta — é o movimento mais importante do Salmo 85. Os versículos 4-7 eram clamor intenso; o versículo 8 é silêncio receptivo. É a prática contemplativa que o saltério raramente descreve tão explicitamente.

“Ele falará paz ao seu povo e aos seus santos” — o que Deus fala é shalom — não apenas ausência de guerra, mas inteireza, harmonia, prosperidade integral. É a palavra mais completa de bênção disponível na tradição hebraica. “Mas que não se voltem para a loucura” — condição para receber a paz: não retornar à insensatez que gerou o exílio. A paz falada por Deus é responsabilidade do povo que a recebe — não presumindo sobre ela de forma que leve à nova apostasia. Leia os versículos sobre confiança em Deus.

Versículo 9 — A Salvação Próxima dos que Temem

“Na verdade, a sua salvação está próxima dos que o temem, para que habite glória em nossa terra.”

“A sua salvação está próxima dos que o temem” — a salvação não é distante nem condicional por mérito — está “próxima.” A condição de proximidade é o temor de Deus — não medo servil mas reverência que reorienta a vida em relação a Deus. “Para que habite glória em nossa terra” — a kabod (glória) de Deus habitando na terra é a presença mais plena possível. É a visão de Ezequiel 43:4-5 (a glória voltando ao Templo) e do Apocalipse 21:23 (a glória de Deus iluminando a Nova Jerusalém). O Salmo 85 antecipa esta habitação da glória como esperança histórica — não apenas escatológica.

Versículo 10 — A Misericórdia e a Verdade Se Encontraram

“A misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram.”

O versículo 10 é o mais amado do Salmo 85 — e um dos versículos mais citados de todo o saltério na tradição cristã. Quatro atributos divinos personificados como pessoas que se encontram e se abraçam:

Misericórdia (chesed) — amor leal e fiel da aliança, que nunca desiste.

Verdade (emet) — fidelidade que não pode comprometer com o que é falso ou injusto.

Justiça (tzedek) — retidão que exige que o que está torto seja endireitado.

Paz (shalom) — harmonia integral de toda a existência.

A tensão aparente entre estes atributos — como pode Deus ser misericordioso sem comprometer a verdade? Como pode ser justo sem destruir a paz? — é resolvida no versículo 10 não por argumento mas por imagem: eles “se encontraram” e “se beijaram.” O encontro e o beijo indicam reconciliação e integração — não um vencendo o outro mas todos encontrando a forma de coexistir em plenitude.

A tradição cristã leu este versículo como profecia da Encarnação e da Cruz. Na Cruz, a misericórdia de Deus para o pecador encontrou a verdade da justiça que exige retribuição pelo pecado. A paz da reconciliação com Deus foi alcançada pelo ato da justiça que Cristo cumpriu em lugar do pecador. “Deus estava em Cristo reconciliando o mundo consigo” (2Co 5:19) é o Salmo 85:10 em forma teológica. Leia o versículos sobre o amor de Deus.

Versículo 11 — Da Terra e dos Céus

“A verdade brotará da terra, e a justiça olhará dos céus.”

“A verdade brotará da terra” — a fidelidade/emet que brota da terra renovada é imagem da nova criação em que a própria natureza participa da ordem divina. “E a justiça olhará dos céus” — a tzedek que vem de cima é a perspectiva divina que descerá para encontrar a fidelidade que sobe. É reconciliação vertical — o que é de cima e o que é de baixo se encontrando na interseção da nova realidade criada por Deus.

Para o cristão, o versículo 11 descreve a realidade da Encarnação: a justiça divina “olhando dos céus” tomou forma humana e desceu para encontrar a humanidade; e da “terra” da humanidade surgiu a fidelidade de Jesus — que foi fiel onde Adão havia falhado. Leia o Salmo 8 sobre a humanidade e a criação como par desta reconciliação cósmica.

Versículos 12-13 — O Fruto da Terra e a Justiça que Guia

“Também o Senhor dará o que é bom; e a nossa terra dará o seu fruto. A justiça irá diante dele e nos porá no caminho dos seus passos.”

“O Senhor dará o que é bom; e a nossa terra dará o seu fruto” — a bênção material como consequência da reconciliação espiritual. O Salmo 85 não separa o espiritual do material: quando a misericórdia e a verdade se encontrarem (v.10) e a glória habitar na terra (v.9), a terra dará o seu fruto. É teologia de criação: a terra responde à presença de Deus com abundância.

“A justiça irá diante dele e nos porá no caminho dos seus passos” (v.13) — encerramento que revela o propósito do caminho percorrido: a justiça que “olhou dos céus” (v.11) agora caminha à frente como guia. Não apenas visão contemplativa — há movimento, há caminhada. “Nos porá no caminho dos seus passos” — o mesmo caminho que as “pegadas de Deus” abriram no Salmo 77:19. É a nova criação sendo habitada e caminhada. Leia o Salmo 65:11 — “as tuas pegadas gotejam fartura” — como par desta caminhada de bênção.

A Teologia do Encontro no Salmo 85

O versículo 10 revela uma das estruturas teológicas mais profundas do Antigo Testamento — a reconciliação dos atributos divinos aparentemente em tensão. Três aspectos:

1. A tensão é real mas não final: A misericórdia e a justiça estão em tensão real — não é tensão imaginária que a fé ignora. A Bíblia leva a sério que Deus não pode simplesmente ignorar o pecado (a verdade e a justiça exigem retribuição) nem simplesmente abandonar o pecador (a misericórdia e a paz desejam reconciliação). A tensão foi real.

2. O encontro aconteceu na Cruz: A resolução desta tensão não foi filosófica — foi histórica. Na Cruz de Cristo, a misericórdia que perdoa e a verdade que não pode ignorar o pecado “se encontraram”: Cristo tomou sobre Si o custo da verdade e da justiça para que a misericórdia e a paz pudessem ser oferecidas sem comprometimento da retidão divina.

3. O fruto do encontro é a nova criação: Os versículos 11-13 descrevem a nova realidade que o encontro do versículo 10 produziu — não apenas reconciliação entre Deus e o pecador, mas renovação da terra, fruto abundante, caminho guiado pela justiça. A salvação do Salmo 85 é holística — abarca o indivíduo, a comunidade e a criação.

O Salmo 85 e a Encarnação

Vários Pais da Igreja leram o versículo 10 como profecia da Encarnação de Cristo. Agostinho escreveu: “A misericórdia e a verdade se encontraram — na pessoa de Cristo, a misericórdia de Deus e a verdade da justiça divina encontraram resolução que nenhuma outra possibilidade humana poderia oferecer.” Tomás de Aquino, na Suma Teológica, usa o Salmo 85:10 ao explicar a conveniência da Encarnação: a forma como Deus resolveu a tensão entre misericórdia e justiça revela a sabedoria divina mais completamente do que qualquer outra solução.

Para o crente, o versículo 10 é a notícia mais boa disponível: os atributos de Deus que pareciam em conflito irresolvível foram reconciliados em Cristo. Não foi necessário escolher entre misericórdia e justiça — ambas foram satisfeitas. Não foi necessário sacrificar a paz pela verdade — ambas foram abraçadas. O Salmo 85 é pré-história bíblica do Evangelho. Leia o Salmo 32 — “bem-aventurado aquele cujo pecado é coberto” — como o par do perdão que o v.2 e o v.10 descrevem.

O Salmo 85 na Liturgia Cristã

Na Liturgia das Horas, o Salmo 85 é cantado nas Vésperas de domingo do Tempo Comum — especialmente nos domingos em que a liturgia medita sobre a misericórdia e a justiça de Deus. O versículo 10 — “a misericórdia e a verdade se encontraram” — é a antífona de missas da misericórdia, confissão e reconciliação. É cantado na Quarta-feira de Cinzas como abertura do tempo penitencial da Quaresma: a misericórdia que cobre os pecados (v.2) e a verdade que não os ignora (v.10) coexistem no mesmo Deus.

O versículo 8 — “ouvirei o que o Senhor Deus falar; pois ele falará paz” — é o versículo responsorial de missas de reconciliação e de cura. E o versículo 12 — “o Senhor dará o que é bom; e a nossa terra dará o seu fruto” — é cantado nos Domingos de colheita e de ação de graças em comunidades agrícolas.

Como Viver o Salmo 85 no Cotidiano

1. Fazer Memória da Graça Passada — Versículos 1-3

“Foste propício à tua terra… perdoaste a iniquidade” — iniciar as orações com memória deliberada das graças recebidas. Não como catálogo de bênçãos materiais, mas como reconhecimento das obras específicas de misericórdia de Deus na própria história. Esta memória é fundamento do clamor presente — o Deus que foi fiel antes pode ser fiel agora. Para a Oração da Manhã.

2. Parar e Ouvir — Versículo 8

“Ouvirei o que o Senhor Deus falar” — praticar deliberadamente a escuta contemplativa na oração. Depois de clamar (v.4-7), parar. Criar espaço de silêncio receptivo onde a voz de Deus — que “falará paz” — pode ser ouvida. A prática de alternância entre clamor e escuta que o Salmo 85 modela é forma de oração mais completa do que apenas um dos dois modos. Leia os versículos sobre confiança em Deus.

3. Contemplar o Versículo 10 como Evangelho

“A misericórdia e a verdade se encontraram” — meditar neste versículo como resumo comprimido do Evangelho. A reconciliação que Cristo realizou na Cruz é o “encontro” que o versículo 10 antecipa. Usar esta meditação especialmente em momentos de culpa — onde a tensão entre “Deus deve punir” e “Deus deseja perdoar” parece irresolvível: o versículo 10 revela que a resolução já foi realizada. Leia o versículos sobre o amor de Deus.

4. Esperar a Bênção Integral — Versículos 11-13

“A nossa terra dará o seu fruto” — cultivar expectativa da bênção holística que o Salmo 85 promete: não apenas perdão espiritual mas renovação da terra, abundância material, caminho guiado pela justiça. A fé bíblica não é espiritualismo que ignora a criação — é esperança que abarca toda a realidade criada. Para os versículos de esperança.

Oração Baseada no Salmo 85

Senhor, foste propício à Tua terra.
Trouxeste o cativeiro de Jacó de volta.
Perdoaste a iniquidade do Teu povo;
cobriste todos os seus pecados.

Restaura-nos, ó Deus da nossa salvação.
Revivifica-nos —
para que o Teu povo se alegre em Ti.
Mostra-nos a Tua misericórdia,
e concede-nos a Tua salvação.

Ouvirei o que o Senhor Deus falar.
Pois Ele falará paz
ao Seu povo e aos Seus santos.

A misericórdia e a verdade se encontraram.
A justiça e a paz se beijaram.
A verdade brotou da terra
e a justiça olhou dos céus.

O Senhor dará o que é bom.
E a nossa terra dará o seu fruto.
A justiça irá diante dEle
e nos porá no caminho dos Seus passos.
Amém.

Frases do Salmo 85 para Compartilhar

  • “Senhor, foste propício à tua terra; trouxeste o cativeiro de Jacó de volta.” — Salmo 85:1
  • “Restaura-nos, ó Deus da nossa salvação, e faz cessar a tua indignação para conosco.” — Salmo 85:4
  • “Ouvirei o que o Senhor Deus falar; pois ele falará paz ao seu povo e aos seus santos.” — Salmo 85:8
  • “A misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram.” — Salmo 85:10
  • “A verdade brotará da terra, e a justiça olhará dos céus.” — Salmo 85:11
  • “O Senhor dará o que é bom; e a nossa terra dará o seu fruto.” — Salmo 85:12
  • “O Salmo 85:10 é o Evangelho em imagem: na Cruz, a misericórdia e a verdade de Deus se ‘encontraram’ — e nenhuma foi sacrificada.”
  • Salmo 85 — Texto Completo, Significado e Oração

O Salmo 85 e Outros Conteúdos do Site

  • Salmo 84 — Par imediato na coleção dos filhos de Coré.
  • Salmo 32 — “O pecado é coberto” — par do perdão do v.2 e do v.10.
  • Salmo 77 — “Lembrarei as obras do Senhor” — par da memória da graça dos v.1-3.
  • Salmo 65 — “A terra dará o seu fruto” — par da bênção material do v.12.
  • Salmo 8 — Criação como par da reconciliação cósmica do v.11.
  • Versículos sobre o Amor de Deus — “A misericórdia e a verdade se encontraram” — v.10 desenvolvido.
  • Versículos de Esperança — “A nossa terra dará o seu fruto” — v.12 como esperança integral.
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