Salmo 138 — Texto Completo, Significado e Oração “Graças Te Darei com Todo o Meu Coração”
Há uma qualidade específica na gratidão que brota não da superfície, mas das profundezas — a gratidão que saiu pela prova, que passou pelo fogo, que só existe porque houve um momento em que tudo poderia ter desabado e não desabou. Não é a gratidão educada de quem agradece por costume. É a gratidão visceral de quem sabe que estava perdido e foi encontrado, que estava caindo e foi sustentado, que clamou e foi respondido.
É essa a gratidão do Salmo 138. Davi — o homem que conheceu perseguição, exílio, fracasso moral e restauração — abre este salmo com uma declaração que carrega o peso de toda essa experiência: “Graças Te darei com todo o meu coração.” Não metade do coração. Não a parte disponível depois de todas as outras obrigações. Todo o coração — a totalidade da pessoa orientada para Deus em ação de graças.
O Salmo 138 abre o último grupo davídico do Saltério — os Salmos 138–145 formam uma coleção de oito salmos todos atribuídos a Davi, colocados antes dos cinco Aleluias finais (146–150). É o Davi mais maduro, o que olha para trás e vê a fidelidade de Deus ao longo de toda uma vida — e responde com ação de graças total.
Este salmo tem uma das promessas mais consoladoras de toda a Bíblia: “O Senhor completará o que me concerne.” Deus não abandona o que começou. A obra que ele iniciou em você não ficará inacabada. Esta é a certeza que sustenta a gratidão de Davi — e pode sustentar a sua.
Salmo 138 — Texto Completo

De Davi.
1 Graças Te darei com todo o meu coração;
diante dos deuses Te cantarei louvores.
2 Prostrar-me-ei para o lado do teu santo templo
e louvarei o teu nome
pela tua misericórdia e pela tua verdade,
porque exaltaste a tua palavra acima de todo o teu nome.
3 No dia em que clamei, Tu me respondeste
e me fortaleceste com vigor na minha alma.
4 Todos os reis da terra Te louvarão, Senhor,
quando ouvirem as palavras da tua boca.
5 E cantarão os caminhos do Senhor,
porque grande é a glória do Senhor.
6 Porque o Senhor é excelso, mas tem consideração pelo humilde;
e o soberbo conhece de longe.
7 Ainda que eu ande no meio da angústia,
Tu me vivificarás;
estenderás a tua mão contra a ira dos meus inimigos
e a tua mão direita me salvará.
8 O Senhor completará o que me concerne;
a tua misericórdia, Senhor, dura para sempre;
não abandones as obras das tuas mãos.— Salmo 138:1-8 (Almeida Revista e Atualizada)
O Último Grupo Davídico do Saltério
O Salmo 138 inaugura um bloco especial do Saltério: os Salmos 138–145, todos com o título “De Davi.” Este grupo é frequentemente chamado de “a coleção davídica final” — e sua posição antes dos cinco Aleluias conclusivos (Salmos 146–150) não é acidental. É como se Davi, após uma vida inteira de altos e baixos, laços e libertações, pecados e restaurações, chegasse ao fim de seu saltério pessoal com ação de graças total — e o Saltério inteiro respondesse, em eco, com o Aleluia crescente dos últimos cinco salmos.
O Salmo 138 é, portanto, uma espécie de abertura de cortina para o grande finale do Saltério. Ele estabelece o tom: gratidão pessoal, profunda, fundamentada na experiência real da fidelidade de Deus. E aponta para o horizonte: todos os reis da terra louvarão o Senhor; a glória de Deus se espalhará além das fronteiras de Israel; o que Deus começou ele completará.
Estrutura do Salmo 138

Versículos 1–2 — A ação de graças e o louvor diante de todos: A declaração de gratidão com “todo o coração”, diante dos deuses e voltado para o Templo. O motivo: misericórdia, verdade e a palavra que Deus exaltou acima de todo o seu nome.
Versículo 3 — O testemunho da resposta divina: O clamor que foi ouvido; o vigor que foi dado à alma. A experiência pessoal que fundamenta toda a gratidão.
Versículos 4–5 — A visão universal: Todos os reis da terra louvarão o Senhor quando ouvirem as suas palavras. A gratidão pessoal aponta para um horizonte de louvor universal.
Versículo 6 — A teologia do alto e do baixo: Deus é excelso — mas tem consideração pelo humilde. O soberbo ele conhece de longe. O paradoxo central da teologia bíblica.
Versículos 7–8 — A promessa da presença e da completude: Mesmo na angústia, Deus vivificará. A mão direita salvará. E — a promessa mais poderosa — “o Senhor completará o que me concerne.”
Análise Versículo a Versículo
Versículos 1–2 — “Com Todo o Meu Coração”
“Graças Te darei com todo o meu coração; diante dos deuses Te cantarei louvores.”
A abertura do Salmo 138 é uma das mais pessoais e mais completas de todo o Saltério. “Com todo o meu coração” (bekol-libbi — בְּכָל-לִבִּי) usa a mesma construção do Shemá de Deuteronômio 6:5: “Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração.” A gratidão de Davi não é parcial nem dividida — é a resposta total do ser inteiro ao Deus que agiu.
“Diante dos deuses” (neged elohim) — esta frase tem gerado debate entre comentaristas. Algumas interpretações veem aqui “diante dos anjos” (a Septuaginta usa “anjos”), outras “diante dos poderosos” (reis e juízes), outras “diante dos ídolos”. O sentido mais provável é que Davi está afirmando que louvará YHWH publicamente, sem intimidação, na presença de qualquer poder que possa contestar essa escolha. É uma declaração de coragem espiritual: louvarei ao meu Deus mesmo diante dos que creem em outros.
O versículo 2 apresenta dois pilares da natureza de Deus que motivam o louvor: chesed (misericórdia, amor leal) e emet (verdade, fidelidade). São os dois grandes atributos relacionais de Deus no Antigo Testamento, constantemente usados juntos para descrever o que torna Deus digno de confiança: ele ama (chesed) e é fiel (emet). O amor que não cumpre promessas não é chesed. A fidelidade que não ama é fria demais para sustentar a vida. Juntos, eles são a identidade do Deus de Israel.
“Porque exaltaste a tua palavra acima de todo o teu nome” — uma das afirmações mais surpreendentes do salmo. Deus colocou a sua Palavra acima até do seu nome. O “nome” em hebraico é a expressão da identidade e da reputação de Deus. Mas a palavra de Deus é ainda mais que seu nome — é o compromisso que ele assumiu, a promessa que não pode ser revogada. Deus se vincula às suas próprias palavras de forma mais absoluta do que qualquer outra coisa. Isso é uma garantia de confiabilidade sem paralelo: se Deus prometeu, ele está mais comprometido com essa promessa do que com qualquer coisa.
Versículo 3 — “No Dia em que Clamei, Tu me Respondeste”
“No dia em que clamei, Tu me respondeste e me fortaleceste com vigor na minha alma.”
Este versículo é o coração experiencial do salmo — o momento específico que gerou toda a gratidão. Não é teologia abstrata; é testemunho: eu chamei, e Tu respondeste.
O padrão clamor-resposta é o padrão fundamental do Saltério inteiro. Do Salmo 120 (“angustiado, clamei ao Senhor, e ele me respondeu”) ao Salmo 130 (“do fundo do abismo clamo a Ti”), o Saltério declara repetidamente: Deus é o Deus que ouve e responde.
O que Deus deu em resposta foi preciso: “vigor na minha alma” (tarhiveni vaofshi oz — literalmente “alargaste em minha alma força”). Não riquezas, não a remoção imediata do problema, mas fortalecimento interior. A resposta de Deus frequentemente não muda as circunstâncias — muda o orante. Dá-lhe o que ele precisa para atravessar o que não pode ser evitado.
Versículos 4–5 — A Visão Universal do Louvor
“Todos os reis da terra Te louvarão, Senhor, quando ouvirem as palavras da tua boca. E cantarão os caminhos do Senhor, porque grande é a glória do Senhor.”
A gratidão de Davi não permanece pessoal — ela aponta para um horizonte universal. “Todos os reis da terra” — não apenas Israel, não apenas os aliados de Davi, mas a totalidade dos governantes humanos. O louvor de um homem tem vocação de se expandir até abranger tudo.
O motivo do louvor universal é preciso: “quando ouvirem as palavras da tua boca.” Não quando virem o poder militar de Israel. Não quando forem conquistados pela força. Mas quando ouvirem as palavras de Deus. A Palavra é o instrumento da expansão do louvor. Isso é uma teologia missionária embrionária: o que converte os reis é ouvir o que Deus disse — não ser submetido ao que Deus fez no campo de batalha.
“Grande é a glória do Senhor” — em hebraico, gadol kevod Adonai. A glória (kavod) de Deus é literalmente o “peso” de Deus — o que Deus é em toda a sua magnitude. Quando os reis ouvirem a Palavra e perceberem quem é Deus, a resposta natural será o cântico: “os caminhos do Senhor” tornam-se tema de canções.
Versículo 6 — O Alto que Se Inclina para o Baixo
“Porque o Senhor é excelso, mas tem consideração pelo humilde; e o soberbo conhece de longe.”
Este versículo é um dos paradoxos mais belos de todo o Saltério — e uma das afirmações mais contra-intuitivas sobre Deus. No mundo humano, os grandes ignoram os pequenos. Os poderosos têm acesso aos outros poderosos; os humildes ficam à distância. Mas no reino de Deus, a lógica é invertida.
Deus é ram (excelso, elevado, alto) — a mesma raiz que descreve as montanhas altíssimas, os cedros do Líbano, o trono eterno. Mas esse mesmo Deus tem “consideração pelo humilde” (shafal yireh — literalmente “ao baixo ele vê”). Ele olha para baixo — não com desdém, mas com atenção e cuidado. Quanto mais baixo, mais perto do olhar de Deus.
“O soberbo ele conhece de longe” — o orgulhoso está distante de Deus, não porque Deus o rejeite violentamente, mas porque o orgulho cria distância. Quem se ergue em arrogância se afasta da presença de Deus que desce sobre os humildes. É física espiritual: o orgulho repele, a humildade atrai.
Essa teologia fundamenta toda a tradição da kenosis cristã — o esvaziamento de Cristo que desce, se encarna, se abaixa até a morte de cruz. Jesus é a encarnação perfeita do versículo 6: o mais excelso que tem consideração pelo mais baixo.
Versículos 7–8 — “O Senhor Completará o que me Concerne”
“Ainda que eu ande no meio da angústia, Tu me vivificarás… O Senhor completará o que me concerne; a tua misericórdia, Senhor, dura para sempre; não abandones as obras das tuas mãos.”
O versículo 7 é uma das mais poderosas declarações de confiança do Saltério. “Ainda que” (im-elek) — mesmo que. Não “se” a angústia vier, mas “ainda que” esteja no meio dela. O orante não está pedindo para não passar pela angústia — está declarando confiança na presença de Deus dentro dela. “Tu me vivificarás” — não “Tu me livrarás imediatamente”, mas “Tu me darás vida no meio da situação difícil.”
E então o versículo 8 — a promessa que encerra e coroa todo o salmo: “O Senhor completará o que me concerne.” Em hebraico: Adonai yigmor ba’adi — “o Senhor realizará/completará por mim.” O verbo gamar significa completar, terminar, cumprir até o fim. Deus não abandona o que começou. A obra que ele iniciou em você — a transformação, a cura, a chamada, a vocação — ele a completará.
Paulo ecoa exatamente este versículo em Filipenses 1:6: “Aquele que começou em vós a boa obra a completará até ao dia de Jesus Cristo.” Não é coincidência — é herança teológica direta. Paulo bebeu do Salmo 138 e transmitiu a promessa ao mundo gentio: Deus completa o que começa.
O salmo termina com um pedido que é ao mesmo tempo humilde e audacioso: “não abandones as obras das tuas mãos.” O orante se coloca na posição de “obra das mãos de Deus” — não sujeito autossuficiente, mas criatura em processo, que pede para não ser abandonada antes de estar pronta. É a oração mais honesta possível sobre a própria condição: sou obra inacabada, e peço que o Artesão não desista.
A Teologia do Salmo 138
1. Gratidão total como resposta à totalidade de Deus: “Com todo o coração” corresponde à totalidade do Deus que é chesed e emet — misericórdia e verdade completas. A resposta adequada a um Deus total é gratidão total. A adoração parcial corresponde a uma percepção parcial de quem Deus é.
2. A Palavra de Deus como garantia suprema: “Exaltaste a tua palavra acima de todo o teu nome” — Deus está mais vinculado às suas promessas do que a qualquer outro aspecto de sua identidade. Isso significa que o crente pode apelar para as promessas de Deus com absoluta confiança: Deus não pode negar o que disse.
3. O paradoxo da grandeza que se inclina: O Deus excelso que tem consideração pelo humilde — este é o centro da teologia bíblica e o coração da Encarnação. O poder não intimida Deus; a humildade o atrai. A arrogância cria distância; o reconhecimento da própria fraqueza abre o caminho da presença divina.
4. Deus completa o que começa: “O Senhor completará o que me concerne” — esta promessa é a base da esperança cristã. Não somos obras acabadas; somos obras em processo. E o Artesão que nos criou não abandona trabalho inacabado. A santificação, a cura, a transformação — tudo isso é processo que Deus iniciou e que ele garantiu completar.
O Salmo 138 no Novo Testamento e na Tradição Cristã
Como já mencionado, Filipenses 1:6 é a aplicação apostólica direta do versículo 8: “aquele que começou em vós a boa obra a completará.” Paulo usa a promessa do Salmo 138 para encorajar os filipenses — e por extensão, todo cristão que se pergunta se Deus vai terminar o que começou.
O versículo 6 — “o Senhor é excelso, mas tem consideração pelo humilde” — é citado indiretamente em Mateus 11:29 (“aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração”) e em Tiago 4:6 (“Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes”). O paradoxo do alto que se inclina para o baixo é estrutural no Evangelho.
São João da Cruz via no versículo 3 — “no dia em que clamei, Tu me respondeste e me fortaleceste com vigor na minha alma” — a descrição da oração contemplativa: não a resposta que muda circunstâncias, mas o vigor interior que Deus instila quando a alma clama. Para João da Cruz, esse vigor era o fundamento da perseverança na noite escura.
Dietrich Bonhoeffer, em seus escritos da prisão, citou o versículo 7 como seu sustento: “ainda que eu ande no meio da angústia, Tu me vivificarás.” A angústia era real; a vivificação prometida era a âncora.
Como Viver o Salmo 138 no Cotidiano
1. Como Oração de Ação de Graças — Versículos 1–3
Declarar os versículos 1-3 como gratidão específica: nomear o momento em que “clamei e Tu respondeste”, identificar o “vigor” que Deus deu à alma naquele momento. O Salmo 103 é o par natural: “não te esqueças de todos os seus benefícios.”
2. Como Promessa de Sustento na Angústia — Versículo 7
“Ainda que eu ande no meio da angústia, Tu me vivificarás.” Declarar este versículo nas situações difíceis como confissão de fé: não negação da angústia, mas afirmação de que Deus está presente nela e dará vida. O Salmo 23 é o par: “ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte.”
3. Como Declaração sobre Obras Incompletas — Versículo 8
“O Senhor completará o que me concerne” — para processos longos e difíceis: recuperação de dependência, restauração de relacionamento, transformação de caráter, realização de vocação. Declarar esta promessa sobre cada processo inacabado da vida, sabendo que Deus não abandona obra que começou. Os versículos de esperança complementam essa confiança.
4. Como Meditação sobre a Humildade — Versículo 6
Perguntar honestamente: sou humilde o suficiente para receber o olhar de Deus? Ou o orgulho criou distância? O versículo 6 é um exame de consciência gentil: “o Senhor tem consideração pelo humilde.” A Oração da Manhã pode incluir um momento de humildade deliberada diante de Deus antes de qualquer pedido.
O Salmo 138 na Liturgia Cristã
Na Liturgia das Horas, o Salmo 138 aparece nas Laudes (oração da manhã) de algumas semanas do saltério. Começar o dia com “graças Te darei com todo o meu coração” é o ato de orientação mais completo possível — antes de qualquer pedido, antes de qualquer necessidade, a gratidão total como ponto de partida.
Na tradição litúrgica de ação de graças (Eucaristia, em seu sentido original, significa “ação de graças”), o Salmo 138 é um dos textos mais adequados para enquadrar a celebração eucarística — a gratidão com “todo o coração” pela obra de Deus culminando no dom do Filho.
Oração Baseada no Salmo 138
Senhor,
graças Te dou com todo o meu coração.
Não a parte que sobrou depois de tudo.
Tudo.
Pela misericórdia que não se esgotou
quando eu merecia que se esgotasse.
Pela verdade que não cedeu
quando eu pedia que cedesse.
Pela Palavra que colocaste acima do Teu próprio nome —
e que por isso nunca poderá ser revogada.
Pelo dia em que clamei
e Tu respondeste.
Pelo vigor que puseste na minha alma
quando a situação não mudou
mas eu consegui atravessá-la.
Ainda que eu ande no meio da angústia —
e às vezes ando —
Tu me vivificarás.
A Tua mão estará contra a ira dos meus inimigos.
A Tua mão direita me salvará.
E o que começaste em mim, completarás.
Não sou obra abandonada.
Sou obra em andamento,
nas mãos do único Artesão que não desiste.
Não me abandones, Senhor —
obra das Tuas mãos.
Amém.
Frases do Salmo 138 para Compartilhar
- “Graças Te darei com todo o meu coração.” — Salmo 138:1
- “No dia em que clamei, Tu me respondeste e me fortaleceste com vigor na minha alma.” — Salmo 138:3
- “O Senhor é excelso, mas tem consideração pelo humilde; e o soberbo conhece de longe.” — Salmo 138:6
- “Ainda que eu ande no meio da angústia, Tu me vivificarás.” — Salmo 138:7
- “O Senhor completará o que me concerne; a tua misericórdia, Senhor, dura para sempre.” — Salmo 138:8
- “Não sou obra abandonada — sou obra em andamento nas mãos do único Artesão que não desiste.”
- “Deus está mais vinculado às suas promessas do que a qualquer outra coisa. Essa é a sua grandeza.”
O Salmo 138 e Outros Conteúdos do Site
- Salmo 103 — “Bendize o Senhor, ó Minha Alma” — gratidão pelas obras de Deus, par temático do Salmo 138.
- Salmo 23 — “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte” — confiança na angústia como o Salmo 138:7.
- Salmo 130 — “Do Fundo do Abismo Clamo a Ti” — o clamor que recebe resposta, como no versículo 3.
- Salmo 27 — “O Senhor é a Minha Luz e Salvação” — confiança na proteção divina em meio aos inimigos.
- Versículos de Esperança — a promessa de que Deus completará o que começou.
- Versículos de Confiança em Deus — o fundamento da certeza expressa no Salmo 138.




