“Buscar a santidade em meio do mundo, no meio da rua” — foi essa a intuição central que um jovem padre espanhol relatou ter recebido de Deus, em Madri, no dia 2 de outubro de 1928. Diferente de muitas devoções católicas centradas em vocações estritamente monásticas ou sacerdotais, a mensagem de Josemaria Escrivá insistia que qualquer trabalho comum — dirigir um táxi, criar filhos, administrar uma empresa — poderia se tornar caminho concreto de santidade, quando realizado com amor e excelência.
Fundador do Opus Dei, organização que hoje reúne dezenas de milhares de membros ao redor do mundo, Escrivá foi canonizado em 2002 por João Paulo II, num processo que também recebeu críticas específicas de setores da própria Igreja — vale conhecer essa devoção com honestidade sobre os diferentes pontos de vista existentes.
Neste texto você vai encontrar o texto completo da oração a São Josemaria Escrivá, sua biografia e mensagem central, e como recorrer a essa devoção com fé equilibrada.
Oração a São Josemaria Escrivá — Texto Completo
Esta é a oração oficial a São Josemaria Escrivá, distribuída pelo próprio Opus Dei:
“Ó Deus, que pela intercessão da Virgem Maria concedestes a São Josemaria inumeráveis graças, escolhendo-o como instrumento fiel para fundar o Opus Dei, caminho de santificação no trabalho e nas circunstâncias ordinárias da vida cristã, fazei que também eu saiba transformar em ocasião de amor e de serviço todos os momentos de minhas jornadas, olhando para Jesus. Concedei-me, por sua intercessão, a graça que vos peço (mencione seu pedido), se for para o bem de minha alma e para a glória de Vosso nome. Amém.”
Sua festa é celebrada em 26 de junho, data de sua morte, e ele é reconhecido pela Igreja como “o santo do cotidiano” ou “o santo do ordinário”.
A Biografia: De Barbastro à Fundação do Opus Dei

A oração a São Josemaria Escrivá nasce de uma biografia real e bem documentada, marcada pela fundação de uma das instituições católicas mais influentes do século XX.
Nascido em Barbastro, Espanha
Josemaria Escrivá de Balaguer nasceu em 9 de janeiro de 1902, em Barbastro, na região espanhola de Aragão. Foi ordenado sacerdote em 28 de março de 1925, iniciando seu ministério pastoral numa área periférica pobre da cidade de Zaragoza.
“Pegadas de pés descalços sobre a neve”
Segundo relatos preservados sobre sua biografia, ainda jovem ele teria percebido sinais de um “chamado especial”, incluindo o episódio simbólico de ver pegadas de pés descalços sobre a neve — sinal, segundo sua própria interpretação posterior, da generosidade radical de um monge que caminhava descalço mesmo em pleno inverno.
A fundação do Opus Dei — 2 de outubro de 1928
Em Madri, em 2 de outubro de 1928, durante um retiro espiritual, Josemaria relatou ter recebido de Deus a compreensão clara de sua missão específica: fundar o Opus Dei (“Obra de Deus”), organização dedicada a promover a busca de santidade dentro do trabalho comum e das circunstâncias ordinárias da vida cotidiana, sem exigir de seus membros o abandono de suas profissões ou de sua vida familiar regular.
A Guerra Civil Espanhola
Durante a Guerra Civil Espanhola, marcada por perseguição intensa e violenta contra a Igreja Católica, Josemaria precisou viver na clandestinidade, refugiando-se posteriormente na França antes de retornar a Madri.
Esse período específico, entre 1936 e 1939, representou um dos momentos mais perigosos e mais desafiadores de toda a vida de Escrivá — a perseguição sistemática a sacerdotes e religiosos católicos naquele contexto de guerra civil colocava em risco real sua própria segurança pessoal, exigindo dele extremo cuidado e discrição para sobreviver àquele período conturbado sem abandonar completamente seu ministério sacerdotal e sua obra ainda recente de fundação do Opus Dei. Relatos preservados sobre esse período descrevem episódios de fuga através dos Pireneus, disfarces necessários para evitar identificação, e longos períodos de isolamento forçado, experiências que marcariam profundamente sua compreensão pessoal sobre sacrifício, perseverança e confiança na providência divina mesmo diante de circunstâncias extremamente adversas e ameaçadoras à própria vida física.
Expansão internacional e reconhecimento romano
Em 1946, mudou-se para Roma, onde foi recebido pelo Papa Pio XII. Entre 1947 e 1950, obteve reconhecimento canônico formal para o Opus Dei, que se expandiria significativamente nas décadas seguintes, alcançando presença em dezenas de países ao redor do mundo, incluindo o Brasil.
Esse período específico de reconhecimento canônico formal exigiu de Escrivá negociação cuidadosa com diferentes autoridades eclesiásticas, já que a estrutura institucional específica que ele propunha para o Opus Dei — organização de leigos comuns buscando santidade dentro de suas próprias profissões, sem votos religiosos tradicionais — não se encaixava perfeitamente nas categorias jurídicas canônicas já existentes naquele período histórico. Segundo relatos preservados sobre esse processo, alguém teria comentado que “a Opus Dei teria chegado cem anos antes”, refletindo o caráter inovador e, em certa medida, precoce da proposta institucional específica de Escrivá em relação às estruturas eclesiásticas disponíveis naquele momento. O Opus Dei seria posteriormente reconhecido, em 1982, como prelazia pessoal — estrutura canônica específica dentro da Igreja Católica, com jurisdição própria sobre seus membros independentemente de fronteiras diocesanas territoriais tradicionais.
A Mensagem Central e uma Canonização com Controvérsia

O núcleo da mensagem espiritual de Escrivá, e o processo que levou ao seu reconhecimento formal como santo, merecem atenção específica e honesta.
A santificação do trabalho comum
O ensinamento central de Escrivá, desenvolvido ao longo de décadas de pregação e escritos, insistia que qualquer trabalho honesto — manual ou intelectual — poderia se tornar caminho concreto de santidade, quando realizado com excelência, amor e oferecido a Deus. Ele costumava dizer: “É procurar chegar à santidade em meio do mundo, no meio da rua.”
Essa mensagem específica, que se tornaria a marca teológica mais distintiva de todo o pensamento de Escrivá, representava proposta relativamente inovadora dentro da espiritualidade católica de sua época, num contexto histórico em que a busca de santidade era frequentemente associada quase exclusivamente à vida religiosa consagrada, monástica ou sacerdotal, deixando a impressão implícita de que leigos comuns, ocupados com trabalho e família, teriam acesso mais limitado a essa mesma plenitude espiritual. Escrivá insistia, pelo contrário, que Deus chamava igualmente os fiéis leigos à santidade plena, não apesar de suas ocupações profissionais e familiares cotidianas, mas precisamente através delas — reflexão teológica que antecipou, em muitos aspectos, temas que o próprio Concílio Vaticano II desenvolveria posteriormente sobre a vocação universal à santidade de todos os batizados, independentemente de seu estado de vida específico.
“Caminho”, sua obra mais difundida
Publicada originalmente em 1934, “Caminho” (ou “Camino”) é a obra mais conhecida de Escrivá, reunindo 999 pontos de reflexão espiritual breve. O livro já vendeu mais de quatro milhões de exemplares em 43 idiomas diferentes, tornando-se uma das obras espirituais católicas mais difundidas do século XX.
O formato específico dessa obra — pequenos textos breves, muitas vezes de apenas uma ou duas frases, organizados tematicamente em diferentes capítulos — reflete estilo literário e pedagógico deliberadamente acessível, pensado para leitura fragmentada ao longo do próprio dia, em vez de exigir sessões prolongadas de leitura contínua. Essa característica específica tornou “Caminho” particularmente popular entre leitores com rotinas ocupadas, que podiam ler apenas um ou dois pontos específicos durante um breve intervalo no trabalho ou nos transportes públicos, incorporando assim a própria leitura espiritual à mesma lógica prática e cotidiana que caracteriza toda a mensagem central de Escrivá sobre santidade vivida em meio às circunstâncias comuns da vida diária, sem exigir isolamento ou tempo especial reservado exclusivamente para práticas espirituais mais formais e prolongadas.
Morte em 1975
Josemaria Escrivá morreu em 26 de junho de 1975, em Roma, aos 73 anos, após décadas de intensa atividade pastoral que incluiu viagens por diferentes países para promover pessoalmente a expansão do Opus Dei.
Nos últimos anos de vida, apesar de saúde já fragilizada por décadas de atividade intensa, Escrivá continuou viajando extensivamente para diferentes continentes, incluindo visita importante ao Brasil, buscando manter contato pessoal direto com membros e cooperadores do Opus Dei espalhados por diferentes países. Relatos preservados sobre seus últimos meses de vida descrevem-no mantendo, até pouco antes de sua morte, o mesmo ritmo intenso de trabalho e dedicação pastoral que havia caracterizado toda sua existência religiosa desde a fundação do Opus Dei décadas antes, refletindo coerência total entre sua própria mensagem espiritual sobre dedicação constante ao trabalho e a forma como ele mesmo viveu sua própria vocação sacerdotal e fundacional até os momentos finais de sua existência terrena.
Beatificação, canonização e uma controvérsia real
Foi beatificado em 1992 e canonizado em 6 de outubro de 2002 pelo Papa João Paulo II, numa cerimônia que reuniu mais de trezentas mil pessoas na Praça de São Pedro. Vale conhecer, com honestidade, que esse processo de canonização recebeu críticas específicas de setores da própria Igreja — questionamentos sobre a rapidez do processo, sobre a composição predominantemente ligada ao próprio Opus Dei entre os consultores teológicos responsáveis pela avaliação, e sobre controvérsias mais amplas envolvendo a instituição que ele fundou. A Igreja, ainda assim, prosseguiu com a canonização formal, reconhecendo oficialmente sua santidade.
Essas críticas específicas, documentadas por diferentes jornalistas e observadores da vida da Igreja ao longo das últimas décadas, questionaram particularmente a rapidez incomum do processo — apenas 27 anos entre a morte de Escrivá e sua canonização definitiva, prazo consideravelmente mais curto do que a média histórica de processos semelhantes — e levantaram preocupações sobre possível influência institucional do próprio Opus Dei sobre etapas específicas do processo canônico. Reconhecer com transparência essa controvérsia real, sem negá-la ou minimizá-la, não invalida o reconhecimento formal e definitivo concedido pela Igreja através da canonização, mas oferece ao fiel informação completa e honesta para que possa formar sua própria compreensão sobre essa devoção específica, cuja legitimidade eclesial permanece válida mesmo diante dos debates que a acompanharam.
Como Rezar e Viver a Espiritualidade do Trabalho

A devoção a São Josemaria Escrivá se aplica especialmente à vida profissional cotidiana, e vale entender como incorporar sua espiritualidade específica ao próprio trabalho.
Oferecer o trabalho a Deus
Muitos devotos incorporam breve oração matinal específica, oferecendo a Deus o trabalho daquele dia antes de iniciá-lo — prática direta e concreta inspirada no ensinamento central de Escrivá sobre a santificação do trabalho comum.
Essa prática específica, relativamente simples e acessível a qualquer pessoa independentemente de sua disponibilidade de tempo, reflete diretamente a espiritualidade prática que Escrivá sempre buscou promover — não exigia de seus seguidores longos períodos de oração formal separados da vida cotidiana, mas convite constante a unir consciência espiritual e atividade prática numa mesma experiência integrada de vida. Muitos fiéis relatam que essa breve oração matinal, mesmo quando dura apenas alguns segundos antes de sair de casa ou de ligar o computador para o trabalho, ajuda a estabelecer disposição interior mais consciente e mais intencional ao longo de toda a jornada profissional que se segue, transformando gradualmente a própria percepção sobre o significado espiritual daquelas horas de trabalho que, de outra forma, poderiam ser vividas de forma puramente mecânica e desconectada de qualquer dimensão de fé mais ampla.
Para profissionais em qualquer área
Diferente de devoções associadas a profissões específicas, a espiritualidade de Escrivá se aplica a qualquer ocupação profissional — administradores, professores, donas de casa, motoristas, médicos —, insistindo que a santidade não depende do tipo específico de trabalho realizado, mas da qualidade e da intenção com que ele é executado.
Essa universalidade específica é frequentemente citada como um dos aspectos mais valiosos e mais acessíveis de toda a mensagem de Escrivá — diferente de propostas espirituais que exigem circunstâncias de vida específicas ou mudanças radicais de profissão, sua mensagem convida qualquer pessoa, exatamente na profissão e nas circunstâncias concretas em que já se encontra, a viver essa mesma realidade com nova profundidade espiritual. Um médico não precisa abandonar a medicina para buscar santidade, mas pode viver sua própria profissão com renovado sentido espiritual; uma dona de casa não precisa considerar seu trabalho doméstico menos valioso espiritualmente do que uma carreira formal mais visível — todo trabalho honesto, realizado com dedicação e amor, participa igualmente dessa mesma possibilidade concreta de santificação cotidiana proposta por Escrivá ao longo de toda sua obra e pregação.
Excelência profissional como caminho espiritual
Um dos aspectos mais práticos do ensinamento de Escrivá é a insistência na excelência profissional concreta como expressão de fé — fazer bem feito, com dedicação e capricho, aquilo que se propõe a fazer profissionalmente, entendendo essa mesma qualidade técnica como forma de oferenda espiritual a Deus.
Esse princípio específico, frequentemente resumido pela expressão “trabalho bem feito é oração”, orienta muitos fiéis a reconsiderar sua própria abordagem cotidiana às tarefas profissionais, evitando a tentação de realizar o mínimo necessário ou de negligenciar detalhes por considerá-los sem importância espiritual. Para Escrivá, cada tarefa executada com atenção, cuidado e profissionalismo genuíno — desde a redação cuidadosa de um documento até a limpeza esmerada de um ambiente — representa oportunidade concreta de santificação pessoal, unindo a excelência técnica exigida por qualquer profissão bem exercida à intenção espiritual mais profunda de oferecer esse mesmo esforço a Deus, transformando assim atividades aparentemente seculares e comuns em expressões genuínas e cotidianas de fé vivida na prática.
Uma devoção contemporânea e ainda em desenvolvimento
Diferente de devoções com séculos de tradição, a devoção a São Josemaria Escrivá é relativamente recente, e sua figura continua sendo objeto de reflexão, adesão e também de debate dentro da própria Igreja Católica. Isso não invalida a legitimidade de recorrer à sua intercessão com fé sincera, mas convida a discernimento maduro, reconhecendo que figuras de reconhecimento mais recente naturalmente ainda atraem perspectivas diversas entre os próprios fiéis católicos.
Muitos devotos unem essa devoção específica à própria devoção a São José Operário, outro patrono ligado diretamente à dignidade e à santificação do trabalho humano, ampliando o círculo de intercessão espiritual voltado especificamente à vida profissional. Essa combinação reforça um mesmo princípio espiritual presente em ambas as devoções: o trabalho comum, quando realizado com fé e dedicação, participa da própria obra de Deus, unindo a tradição mais antiga associada a José, esposo de Maria, à reflexão mais recente e sistemática desenvolvida por Escrivá sobre esse mesmo tema central da santificação cotidiana.
Perguntas Frequentes
O que é a oração a São Josemaria Escriva?
É uma oração de intercessão dirigida ao sacerdote espanhol fundador do Opus Dei, conhecido como “o santo do cotidiano” por sua mensagem central sobre a santificação do trabalho comum e das circunstâncias ordinárias da vida cristã de qualquer fiel batizado.
Quem foi São Josemaria Escriva?
Nasceu em 1902, em Barbastro, Espanha. Foi ordenado sacerdote em 1925, fundou o Opus Dei em 1928 e dedicou o restante da vida a promover sua mensagem sobre santidade no trabalho comum, morrendo em Roma em 1975.
O que é o Opus Dei?
É uma organizacao catolica fundada por Escriva em 2 de outubro de 1928 em Madri, dedicada a promover a busca de santidade dentro do trabalho e das circunstancias ordinarias da vida cotidiana dos fieis leigos.
Quando São Josemaria foi canonizado?
Foi beatificado em 1992 e canonizado em 6 de outubro de 2002 pelo Papa Joao Paulo II, numa cerimonia que reuniu mais de trezentas mil pessoas na Praca de São Pedro.
A canonização de Escriva foi controversa?
Sim. O processo recebeu criticas especificas sobre a rapidez da canonizacao e sobre a composição predominantemente ligada ao proprio Opus Dei entre os consultores teologicos responsaveis pela avaliacao do processo.
O que é o livro Caminho de Escriva?
É sua obra mais conhecida, publicada em 1934, reunindo 999 pontos de reflexão espiritual breve. Ja vendeu mais de quatro milhoes de exemplares em 43 idiomas diferentes.
O que significa a santificacao do trabalho ensinada por Escriva?
Ensinava que qualquer trabalho honesto, manual ou intelectual, poderia se tornar caminho concreto de santidade quando realizado com excelencia, amor e oferecido a Deus, mensagem central de toda sua espiritualidade.
Quando é a festa de São Josemaria Escriva?
É celebrada em 26 de junho, data de sua morte em 1975.
Como Escriva viveu a Guerra Civil Espanhola?
Precisou viver na clandestinidade e se refugiar na França durante a Guerra Civil Espanhola, periodo de intensa perseguicao contra a Igreja Catolica naquele pais, antes de retornar a Madri.
A devocao a Escriva e apenas para membros do Opus Dei?
Nao. A mensagem se aplica a qualquer ocupacao profissional, insistindo que a santidade nao depende do tipo especifico de trabalho realizado, mas da qualidade e da intencao com que ele e executado no dia a dia.
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A Presença de São Josemaria Escrivá no Brasil
A presença do Opus Dei e da devoção a São Josemaria Escrivá no Brasil tem história própria, remontando a décadas antes mesmo de sua canonização formal.
A primeira visita de Escrivá ao Brasil
Josemaria Escrivá visitou pessoalmente o Brasil ainda em vida, ficando profundamente impressionado com o país, que descreveu numa reflexão pessoal preservada: “O Brasil! A primeira coisa que eu vi é uma mãe grande, bela, fecunda, terna, que abre os braços a todos, sem distinção de línguas, de raças, de nações, e a todos chama filhos.” Essa visita específica marcaria o início de décadas de presença ativa do Opus Dei em território brasileiro.
Documentário sobre sua passagem pelo Brasil
Em comemoração ao cinquentenário de sua vinda ao Brasil, foi produzido documentário específico reunindo gravações inéditas dessa visita histórica, além de depoimentos de pessoas que foram diretamente impactadas pelo apostolado do fundador do Opus Dei durante sua estada no país, preservando registro audiovisual valioso desse momento histórico específico.
Presença institucional contínua
O Opus Dei mantém atividade contínua e organizada no Brasil desde décadas, incluindo centros de formação espiritual, atividades educacionais e iniciativas voltadas especificamente à promoção da mensagem de Escrivá sobre santificação do trabalho, alcançando fiéis brasileiros de diferentes profissões e regiões do país que buscam viver sua própria fé católica de forma mais integrada às atividades profissionais e familiares cotidianas, seguindo diretamente os ensinamentos centrais desse santo espanhol reconhecido oficialmente pela Igreja em 2002.


