Novena de São Lourenço Ruiz — 9 Dias de Oração ao Primeiro Mártir Filipino
Há um santo do século XVII que desfaz de uma só vez vários estereótipos sobre o que deve ser um mártir: São Lourenço Ruiz não era padre, não era religioso, não era missionário de formação — era um pai de família, marido e carpinteiro de Manila que fugiu para o Japão acusado de um crime que provavelmente não cometeu, acompanhou um grupo de dominicanos numa missão que sabia perigosa, e quando lhe foi dada a oportunidade de salvar a vida apostatando, respondeu com uma das frases mais directas e mais belas do martirológio cristão: “Mesmo que eu tivesse mil vidas, eu as daria todas a Deus — e não me arrependeria de ter morrido por Ele.”
São Lourenço Ruiz nasceu nas Filipinas — o primeiro Filipino a ser canonizado — e morreu no Japão em 1637, durante a grande perseguição Tokugawa que havia destruído a Igreja cristã japonesa num dos episódios de violência religiosa mais brutais da história moderna. Morreu pelo ritual de tortura chamado “tsurushi” — suspenso de cabeça para baixo sobre um fosso, as mãos amarradas atrás das costas, em agonia lenta que durava dias — e nunca apostatou.
A sua canonização por João Paulo II em 1987, em Manila, diante de mais de um milhão de pessoas, foi um dos momentos mais emocionantes da história recente da Igreja católica nas Filipinas. São Lourenço Ruiz é o primeiro santo Filipino e o padroeiro dos filipinos, especialmente dos que emigram para o exterior. A sua festa é celebrada em 28 de setembro.
Quem Foi São Lourenço Ruiz
Lourenço Ruiz nasceu por volta de 1600 em Binondo, Manila, nas Filipinas — filho de pai chinês e mãe filipina, baptizado e criado na fé católica que os dominicanos haviam trazido às Filipinas no século XVI. Trabalhava como escrivão da paróquia dominicana de Binondo e como membro da confraria do Santíssimo Rosário. Era casado, tinha três filhos, e era reconhecido como um homem pio e trabalhador na sua comunidade.
Por volta de 1636, Lourenço foi acusado de matar um espanhol. Temendo a prisão, refugiou-se no convento dominicano e partiu para o Japão com um grupo de padres dominicanos em missão secreta. Chegaram em 1636 e foram imediatamente detidos. Às autoridades que lhe prometiam a liberdade se apostatasse, Lourenço respondeu: “Sou cristão e morrerei por Deus. Mesmo que eu tivesse mil vidas, eu as daria todas a Deus.”
Morreu em 29 de setembro de 1637 em Nagasaki pelo “tsurushi” — suspenso de cabeça para baixo sobre um fosso com pequenos cortes para que o sangue escoasse lentamente, prolongando a agonia durante dias. Tinha cerca de trinta e sete anos. Canonizado em 1987 por João Paulo II. A sua festa é celebrada em 28 de setembro.
A Perseguição Tokugawa: O Japão que Destruiu a Igreja
O Japão do início do século XVII havia sido um dos campos missionários mais promissores da Ásia. Mas o xogunato Tokugawa viu no Cristianismo uma ameaça política. Em 1614 o Cristianismo foi formalmente proibido e a perseguição sistemática destruiu a Igreja japonesa quase completamente em décadas. Os métodos de tortura — especialmente o “tsurushi” — foram desenvolvidos para dar ao mártir tempo de apostatar. A maioria apostatava. Os que não apostatavam morriam em sofrimento prolongado.
O Pai de Família Mártir: A Santidade no Estado Leigo
Lourenço era pai de família, não padre nem religioso. Esta santidade leiga demonstra que o martírio não é reserva dos consagrados. João Paulo II canonizou-o para mostrar que a santidade heroica é exigida a todos os baptizados. A frase que Lourenço disse antes de morrer — “mesmo que eu tivesse mil vidas, eu as daria todas a Deus” — é a expressão mais concisa e mais completa do que significa ser cristão.
Como Rezar Esta Novena
- De 19 a 27 de setembro — nos nove dias antes da festa de 28 de setembro
- Pelos filipinos, especialmente os emigrantes
- Por pais e mães de família no estado leigo
- Pela Igreja nos países asiáticos com restrições religiosas
- Por quem enfrenta acusações injustas
- Para pedir coragem na fé quando é posta à prova
Oração de Abertura (Todos os Dias)
Glorioso São Lourenço Ruiz, pai de família e primeiro mártir filipino, que respondeste à ameaça de morte com “mesmo que eu tivesse mil vidas, eu as daria todas a Deus”, intercedei por mim durante estes nove dias de novena. Vós que não éreis padre nem religioso mas destes a vida por Cristo com a generosidade de quem dá tudo, intercedei para que eu também professe a fé com a mesma inteireza — não apenas com palavras mas com a disposição real de tudo dar. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Primeiro Dia — “Mesmo que Eu Tivesse Mil Vidas”
Meditação: A frase que Lourenço disse antes de morrer — “mesmo que eu tivesse mil vidas, eu as daria todas a Deus, e não me arrependeria de ter morrido por Ele” — é de uma generosidade que espanta pela sua concretude. Não é retórica piedosa: é a resposta de um homem a quem estão a oferecer a vida em troca da apostasia. Lourenço calculou o custo e disse que pagava — não uma vez, mas mil vezes. Esta disposição de repetir a escolha — de não a fazer apenas porque não há alternativa mas de a fazer com plena consciência — é o sinal mais claro do amor real.
São Lourenço Ruiz, que darias mil vidas a Deus se as tivesses, intercedei para que eu examine honestamente a qualidade do meu amor a Cristo. Que eu não me contente com uma fé que dá o que sobra — mas que aspire à disposição de Lourenço: dar tudo, consciente e sem arrependimento. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Segundo Dia — O Pai de Família que Morreu pelo Nome de Cristo
Meditação: Lourenço tinha mulher e três filhos em Manila quando morreu em Nagasaki. Esta dimensão — o pai que morre longe dos filhos, a família que perde o pai — é uma das mais humanas e mais dolorosas do seu martírio. E é também a que mais fala aos cristãos leigos: Lourenço não estava numa situação excepcional de consagração religiosa. Estava na situação ordinária de qualquer pai de família católico. E na hora da prova, respondeu como cristão, não como pai que protege a família a qualquer custo.
São Lourenço Ruiz, pai de família que morreu pelos filhos de Deus ao longe dos seus próprios filhos, intercedei pelos pais e mães de família cristãos. Que vivam a fé não apenas como prática religiosa pessoal mas como testemunho transmissível aos filhos. E intercedei pelos filhos que perderam um pai ou uma mãe por causa da fé. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Terceiro Dia — O Fugitivo que Encontrou a Missão
Meditação: Lourenço foi ao Japão fugindo de uma acusação — não como missionário voluntário. Havia uma ironia providencial na sua situação: aquele que fugia de uma acusação injusta encontrou uma missão que o conduzia a um testemunho que nenhuma formação missionária poderia ter produzido. A providência de Deus frequentemente usa as nossas fugas e os nossos fracassos como ponto de partida de vocações que não escolheríamos — mas que, quando chegam, reconhecemos como as únicas que eram realmente nossas.
São Lourenço Ruiz, que encontrastes a missão ao fugir de uma acusação, intercedei para que eu aprenda a reconhecer a providência de Deus nas circunstâncias inesperadas da minha vida. Que as fugas e os fracassos que experimento não me levem ao desespero mas ao discernimento de onde Deus me está a conduzir. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Quarto Dia — O Tsurushi: O Martírio mais Lento
Meditação: O “tsurushi” — a tortura pela qual Lourenço morreu — foi concebido para ser lento o suficiente para dar ao mártir tempo de apostatar. Era um convite permanente ao abandono da fé durante dias de sofrimento crescente. Que Lourenço não apostatou durante este processo — quando havia tempo, quando o sofrimento era insuportável, quando a vida era o preço — é a prova mais sólida da autenticidade da sua fé. A fé que não cede quando cede seria mais fácil é a fé mais real.
São Lourenço Ruiz, que não apostataste durante dias de “tsurushi” quando a apostasia era sempre possível, intercedei pelos cristãos perseguidos que sofrem torturas prolongadas. Pelos que estão em prisões de países com regimes ateus ou islâmicos radicais. E que a memória do teu martírio lento sustente quem hoje sofre lentamente pela fé. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Quinto Dia — Binondo: O Primeiro Filipino Santo
Meditação: Lourenço nasceu em Binondo, Manila — o bairro chinês de Manila, onde as comunidades mistas de filipinos e chineses haviam construído uma das comunidades católicas mais vivas da Ásia. Esta origem — filho de pai chinês e mãe filipina, fruto do encontro cultural que o Evangelismo dominicano havia gerado nas Filipinas — faz de Lourenço um símbolo da catolicidade universal: a fé que supera as fronteiras étnicas, que integra culturas diferentes, que produz santos em qualquer combinação humana.
São Lourenço Ruiz, filho de pai chinês e mãe filipina e primeiro filipinosanto, intercedei pela Igreja nas Filipinas e pelas comunidades filipinas de todo o mundo. Pelos emigrantes filipinos que carregam a fé como herança mais preciosa das ilhas para os países onde trabalham. E que a fé que os dominicanos plantaram nas Filipinas continue a produzir santos em cada geração. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Sexto Dia — Os Companheiros Mártires do Japão
Meditação: Lourenço não morreu sozinho: morreu com os padres dominicanos Miguel de Aozaraza, Guillermo Courtet, António González, Vicente Shiwozuka e Lázaro de Kyoto — todos canonizados com ele em 1987. Esta comunidade de mártires — que foram juntos ao Japão, foram juntos presos e sofreram juntos — é o modelo da missão partilhada. Morrer pela fé em comunidade é mais forte do que morrer sozinho: cada um sustenta os outros na hora da prova.
São Lourenço Ruiz, que morrestes com os vossos companheiros dominicanos, intercedei por todos os que hoje sofrem pela fé em comunidade. Pelos cristãos de países perseguidos que se sustentam mutuamente na prova. E que eu aprenda que a fé é vivida em comunidade — e que na hora da prova, a comunidade que partilha a fé é a maior das forças. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Sétimo Dia — A Canonização em Manila: Um Povo que Reconhece o Seu Santo
Meditação: A canonização de Lourenço Ruiz por João Paulo II em Manila em 1987 — diante de mais de um milhão de pessoas — foi um dos momentos mais emocionantes da história recente da Igreja nas Filipinas. O povo filipino reconheceu num dos seus o que havia sempre intuído: que a santidade não é privilégio europeu, que o martírio não é reserva do clero, e que um pai de família das Filipinas pode ser modelo para a Igreja universal. Esta “inculturação da santidade” — que produz santos em cada povo e cada cultura — é a expressão mais rica da catolicidade da Igreja.
São Lourenço Ruiz, canonizado no teu próprio povo diante de um milhão de filipinos, intercedei para que a Igreja reconheça e proclame a santidade nos povos e nas culturas que a cultura europeia historicamente subvalorizou. Que os santos de África, da Ásia e da América Latina recebam o mesmo reconhecimento que os santos europeus. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Oitavo Dia — A Confraria do Rosário: A Fé que Formou o Mártir
Meditação: Lourenço era membro da Confraria do Santíssimo Rosário — a associação leiga de devoção mariana ligada aos dominicanos de Binondo. Esta formação espiritual — o Rosário rezado regularmente, a devoção a Maria, a pertença a uma comunidade de fé leiga — foi o que formou a fé que resistiu ao tsurushi. Os mártires não são pessoas extraordinariamente corajosas por natureza: são pessoas ordinariamente fiéis na vida ordinária. A fidelidade ordinária ao Rosário formou a coragem extraordinária do martírio.
São Lourenço Ruiz, membro da Confraria do Rosário que formou a fé que te levou ao martírio, intercedei para que eu leve a sério a formação espiritual ordinária. Que o Rosário, a Eucaristia, a pertença a uma comunidade de fé — práticas que podem parecer banais — sejam reconhecidas como a escola onde a coragem do martírio é formada. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Nono Dia — Consagração Final
Meditação: São Lourenço Ruiz viveu cerca de trinta e sete anos — dos quais os últimos dois foram de missão não planeada, prisão e martírio no Japão. Não era herói por temperamento: era um pai de família comum que, quando chegou a hora, respondeu com uma frase que resume tudo o que o Evangelho pede: “mesmo que eu tivesse mil vidas, eu as daria todas a Deus.” Esta frase — dita por um homem comum numa situação extraordinária — é a resposta mais honesta e mais completa que qualquer cristão pode dar à pergunta “quanto vale Cristo para ti?”
São Lourenço Ruiz, primeiro santo das Filipinas e modelo dos pais de família cristãos, ao terminar esta novena de nove dias eu me comprometo a examinar honestamente a qualidade da minha fé: seria capaz de dizer “mesmo que eu tivesse mil vidas, eu as daria todas a Deus”? Intercedei pelas intenções desta novena. E que a vossa coragem inspire a fidelidade da minha vida ordinária — que é onde a coragem do martírio é formada. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Oração de Encerramento (Todos os Dias)
Glorioso São Lourenço Ruiz, primeiro mártir filipino e modelo dos cristãos leigos, recebei as orações desta novena e intercedei por mim junto ao Senhor Jesus. Obtende para mim a graça de uma fé que não cede sob pressão, de um amor a Deus que supera o amor à própria vida, e de uma disposição real — não apenas verbal — de dar tudo por Cristo. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Quando Rezar Esta Novena
- De 19 a 27 de setembro — nos nove dias antes da festa de 28 de setembro
- Pelos filipinos, especialmente os emigrantes
- Por pais e mães de família no estado leigo
- Pela Igreja nos países asiáticos com restrições religiosas
- Por quem enfrenta acusações injustas
- Para pedir coragem na fé quando é posta à prova
As 10 Perguntas Mais Frequentes sobre São Lourenço Ruiz e Esta Novena
1. Quem foi São Lourenço Ruiz?
São Lourenço Ruiz (c. 1600-1637) foi um pai de família filipino de Manila, membro da Confraria do Santíssimo Rosário, que fugiu para o Japão acusado de um crime e foi martyrizado pelo regime Tokugawa em Nagasaki em 1637. Foi o primeiro Filipino a ser canonizado (1987) e é padroeiro dos filipinos, especialmente dos emigrantes. A sua frase mais famosa: “Mesmo que eu tivesse mil vidas, eu as daria todas a Deus.”
2. Quando é a festa de São Lourenço Ruiz?
A festa de São Lourenço Ruiz é celebrada em 28 de setembro, próxima da data do seu martírio em 29 de setembro de 1637. A novena começa em 19 de setembro.
3. Como São Lourenço Ruiz foi para o Japão?
Lourenço fugiu para o Japão em 1636 após ser acusado de matar um espanhol, refugiando-se no convento dominicano de Manila. Os padres dominicanos que partiam em missão secreta ao Japão ofereceram-lhe lugar no barco. Foi uma fuga que se transformou em missão providencial.
4. O que foi o “tsurushi” e como Lourenço morreu?
O “tsurushi” foi uma tortura desenvolvida pelo regime Tokugawa especificamente para quebrar os cristãos: o mártir era suspenso de cabeça para baixo sobre um fosso, com pequenos cortes que faziam o sangue escoar lentamente, prolongando a agonia durante dias. Era um convite permanente à apostasia. Lourenço nunca apostatou e morreu após dias nesta tortura em 29 de setembro de 1637.
5. São Lourenço Ruiz era padre?
Não. São Lourenço Ruiz era um leigo — pai de família, marido, membro de uma confraria mariana. É um dos mártires mais importantes da história por ser exactamente isso: não tinha formação missionária especial nem consagração religiosa. Era um cristão ordinário que respondeu com fidelidade heroica quando chegou a hora extraordinária.
6. Quem foram os companheiros mártires de São Lourenço Ruiz?
Lourenço foi canonizado em 1987 juntamente com quinze companheiros mártires do Japão, incluindo os padres dominicanos Miguel de Aozaraza (espanhol), Guillermo Courtet (francês), António González (espanhol), Vicente Shiwozuka de la Cruz (japonês) e Lázaro de Kyoto (japonês), além de outros religiosos e leigos. Todos morreram no Japão entre 1633 e 1637.
7. Por que João Paulo II canonizou São Lourenço Ruiz nas Filipinas?
João Paulo II celebrou a canonização em Manila em 1987 como gesto deliberado de reconhecimento da santidade fora da Europa: as Filipinas eram o único país maioritariamente católico da Ásia e mereciam ter o seu primeiro santo canonizado em casa. A cerimónia reuniu mais de um milhão de pessoas e foi um dos momentos mais emocionantes das viagens apostólicas de João Paulo II.
8. O que é a Confraria do Santíssimo Rosário e qual foi o seu papel na vida de Lourenço?
A Confraria do Santíssimo Rosário é uma associação leiga de devoção mariana fundada pelos dominicanos, dedicada ao Rosário. Lourenço era membro activo em Binondo. Esta formação espiritual — o Rosário rezado regularmente, a pertença a uma comunidade de fé leiga — foi o que formou a fé que resistiu à tortura. Os mártires são pessoas ordinariamente fiéis na vida ordinária: a coragem extraordinária nasce da fidelidade ordinária.
9. Qual é a relevância de São Lourenço Ruiz para os filipinos emigrantes?
Lourenço é especialmente invocado pelos filipinos emigrantes porque ele próprio viveu a experiência de estar longe de casa, da família e da comunidade. Os milhões de filipinos que trabalham no exterior — em países que frequentemente não partilham a sua fé — encontram em Lourenço o modelo do cristão que mantém a fé mesmo longe das suas raízes, mesmo em ambientes hostis, mesmo sob pressão.
10. Como rezar a Novena de São Lourenço Ruiz para obter maiores frutos espirituais?
Para obter mais frutos: rezar o Rosário completo no início da novena em honra da devoção mariana que formou Lourenço; identificar a “acusação injusta” ou a situação de pressão que se quer oferecer a Lourenço; fazer durante os nove dias um gesto de solidariedade com os filipinos emigrantes ou com cristãos perseguidos; e terminar cada dia com a frase de Lourenço — “mesmo que eu tivesse mil vidas, eu as daria todas a Deus” — como exame e compromisso pessoal.
Outras Devoções Relacionadas
A devoção a São Lourenço Ruiz aprofunda-se com outros conteúdos do site. A Novena de Nossa Senhora de Fátima complementa — Lourenço era devoto do Rosário, a oração de Fátima. A Novena de São Domingos de Gusmão aprofunda — os dominicanos que acompanharam Lourenço ao Japão pertenciam à Ordem que Domingos fundou. O Salmo 116 — “preciosa aos olhos do Senhor é a morte dos Seus santos” — é o salmo do mártir que morreu pelo tsurushi. E o Salmo 27 — “o Senhor é a minha luz e salvação; a quem temerei?” — exprime a ausência de medo que Lourenço manifestou na hora do martírio.








