Novena de São Lázaro de Betânia — 9 Dias de Oração ao Amigo que Cristo Ressuscitou

Novena de São Lázaro de Betânia — 9 Dias de Oração ao Amigo que Cristo Ressuscitou

 

 

Há um homem no Evangelho que Jesus amava tanto que chorou diante do seu túmulo — e que se tornou, ao longo de dois mil anos de tradição cristã, um dos símbolos mais poderosos da esperança da ressurreição que existem. São Lázaro de Betânia foi o irmão de Marta e Maria que morreu, foi sepultado, e que Jesus ressuscitou ao quarto dia, com o comando mais breve e mais autoritário dos Evangelhos: “Lázaro, vem para fora!” (Jo 11:43). Este milagre — o último e o mais espetacular dos sinais públicos de Cristo antes da própria Paixão — é também um dos episódios mais humanamente comoventes do Novo Testamento, porque mostra um Jesus que chora (“Jesus chorou”, Jo 11:35 — o versículo mais curto da Bíblia) diante da dor da morte de um amigo, mesmo sabendo que estava prestes a ressuscitá-lo.

A tradição cristã posterior — especialmente na Idade Média, através de uma identificação (provavelmente incorreta segundo a exegese moderna) com o mendigo Lázaro da parábola do rico e o mendigo (Lc 16:19-31) — associou São Lázaro também à proteção dos leprosos e dos doentes contagiosos. As “Ordens de São Lázaro”, fundadas pelos Cruzados para cuidar dos leprosos na Terra Santa, levaram este nome em sua homenagem, e os hospitais para doentes contagiosos da Idade Média e da Idade Moderna receberam o nome de “lazaretos” em referência a este santo.

Sua festa é celebrada em 17 de dezembro.

Quem Foi São Lázaro de Betânia

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Lázaro era irmão de Marta e Maria de Betânia — uma família que o Evangelho de João apresenta como íntima amizade de Jesus: “Jesus amava Marta, e a sua irmã, e Lázaro” (Jo 11:5). Viviam em Betânia, povoado próximo a Jerusalém, e Jesus os visitava regularmente, especialmente durante as suas idas a Jerusalém.

O episódio central da vida de Lázaro no Evangelho é a sua morte e ressurreição, narrada extensamente em João 11. Quando Lázaro adoeceu, as irmãs enviaram mensagem a Jesus, que estava em outro lugar. Jesus, intencionalmente, demorou dois dias antes de partir para Betânia — uma demora que João apresenta como deliberada: “para que o Filho de Deus seja glorificado por ela” (Jo 11:4). Quando Jesus chegou, Lázaro já estava morto há quatro dias.

 

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O diálogo de Jesus com Marta — “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (Jo 11:25) — é uma das afirmações cristológicas mais centrais de todo o Evangelho. E o que se segue é o clímax narrativo: Jesus chora diante do túmulo (Jo 11:35), ordena que removam a pedra, e grita com voz forte: “Lázaro, vem para fora!” (Jo 11:43). Lázaro saiu do túmulo, ainda envolto nas faixas mortuárias, e Jesus ordenou: “Desligai-o, e deixai-o ir” (Jo 11:44).

Este milagre — o sétimo e último “sinal” público que o Evangelho de João narra antes da Paixão — foi, segundo o próprio evangelista, um dos fatores diretos que precipitou a decisão das autoridades judaicas de condenar Jesus à morte (Jo 11:53; 12:10-11). A tradição posterior diz que Lázaro viveu ainda muitos anos após a ressurreição, tendo se tornado bispo (em algumas tradições, de Chipre; em outras, de Marselha, na França). Festa em 17 de dezembro.

“Jesus Chorou”: A Humanidade de Cristo diante da Morte

“Jesus chorou” (Jo 11:35) é o versículo mais curto de toda a Bíblia — e um dos mais teologicamente densos. Jesus já sabia que ia ressuscitar Lázaro; já havia anunciado às irmãs que o irmão “ressuscitaria” (Jo 11:23). E ainda assim chorou diante do túmulo, comovido pela dor de Marta e Maria e pela realidade da morte que Ele mesmo havia permitido. Este choro não é incoerência teológica: é a afirmação mais clara de que a humanidade de Cristo é real, que Ele sente a dor humana de dentro, e que a Sua compaixão não é diminuída pelo conhecimento divino do que está por vir.

Para os que choram a perda de entes queridos, “Jesus chorou” é um dos versículos mais consoladores das Escrituras: mostra que Deus não pede aos cristãos que finjam não sentir dor diante da morte, mesmo quando creem firmemente na ressurreição. A fé na vida eterna não elimina a dor da separação temporal — e Cristo, que mais do que ninguém sabia sobre a ressurreição, ainda assim chorou.

Os Lazaretos: A Tradição dos Hospitais de Doentes Contagiosos

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A identificação medieval entre São Lázaro de Betânia e o mendigo Lázaro da parábola do rico (Lc 16:19-31) — que tinha “úlceras” e que os cães lambiam — levou à associação de São Lázaro com a lepra e com as doenças contagiosas. Esta identificação, que a exegese moderna considera teologicamente incorreta (são duas pessoas distintas), produziu, no entanto, um dos legados institucionais mais duradouros da hagiografia cristã: as “Ordens de São Lázaro” e os “lazaretos” — hospitais especializados no cuidado de leprosos e doentes contagiosos, espalhados por toda a Europa medieval e moderna.

Independentemente da precisão exegética desta identificação, o resultado institucional — instituições dedicadas ao cuidado dos doentes mais estigmatizados socialmente, organizadas em nome de São Lázaro — é um dos frutos mais concretos e mais humanitários da devoção cristã medieval.

Como Rezar Esta Novena

  • De 8 a 16 de dezembro — nos nove dias antes da festa de 17 de dezembro
  • Para os que choram a perda de entes queridos
  • Para pedir a graça da fé na ressurreição
  • Para os doentes contagiosos e os profissionais de saúde que os cuidam
  • Para os que se sentem “mortos” espiritualmente e precisam ressuscitar
  • Para a amizade verdadeira que sustenta nos momentos mais difíceis

Oração de Abertura (Todos os Dias)

Glorioso São Lázaro de Betânia, amigo que Jesus amava e que ressuscitou ao quarto dia depois de chorar diante do teu túmulo, interceda por mim durante estes nove dias de novena. Você que experimentaste a morte e a ressurreição na própria carne antes da hora final, interceda para que eu viva com a esperança firme de que Cristo, que é a ressurreição e a vida, pode levantar tudo o que em mim está morto. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

Primeiro Dia — A Amizade com Jesus: O Amor que Jesus Tinha

Meditação: O Evangelho afirma explicitamente que “Jesus amava Marta, e a sua irmã, e Lázaro” (Jo 11:5). Esta amizade — concreta, nomeada, particular — mostra que Jesus tinha relações de afeto especial mesmo sendo o Filho de Deus encarnado para toda a humanidade. O amor universal de Cristo não exclui as amizades particulares e profundas: Ele amava todos, mas amava especialmente alguns com a intimidade da amizade humana real. Esta amizade nos convida a buscar a mesma proximidade pessoal com Cristo que Lázaro, Marta e Maria desfrutavam.

São Lázaro de Betânia, amigo amado de Jesus, interceda para que eu cultive uma amizade pessoal e íntima com Cristo, semelhante à que tu e tuas irmãs desfrutavam em Betânia. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

Segundo Dia — A Demora de Jesus: O Tempo de Deus que Não é o Nosso

Meditação: Jesus demorou intencionalmente dois dias antes de ir a Betânia, mesmo sabendo que Lázaro estava doente. Esta demora — que custou às irmãs dias de angústia e a morte do irmão — é um dos mistérios mais difíceis da fé: por que Deus às vezes demora a responder quando poderia agir imediatamente? A resposta que o Evangelho dá não elimina a dor da espera, mas a transforma: a demora de Deus serve a um propósito maior — “para que o Filho de Deus seja glorificado” (Jo 11:4) — que a nossa pressa não consegue antecipar.

São Lázaro de Betânia, cuja morte aconteceu enquanto Jesus demorava deliberadamente, interceda pelos que sofrem com as demoras de Deus que parecem inexplicáveis — para que confiem que há um propósito maior que ainda não percebem. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

Terceiro Dia — “Eu Sou a Ressurreição e a Vida”: A Afirmação Central

Meditação: A afirmação de Jesus a Marta — “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (Jo 11:25) — é uma das cristologia mais centrais e mais consoladoras de todo o Evangelho. Não é apenas que Jesus pode ressuscitar os mortos: Ele É a ressurreição. A vida eterna não é um benefício separado que Cristo concede: é a Sua própria pessoa que os crentes recebem. Esta afirmação, dita antes mesmo do milagre de Lázaro, é a chave teológica de todo o episódio.

São Lázaro de Betânia, cuja ressurreição confirmou a afirmação de Cristo “Eu sou a ressurreição e a vida”, interceda para que eu creia firmemente que Cristo é, em pessoa, a minha esperança de vida eterna. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

Quarto Dia — “Jesus Chorou”: A Compaixão de Deus diante da Morte

Meditação: O versículo mais curto da Bíblia — “Jesus chorou” — é um dos mais teologicamente ricos. O Filho de Deus, que sabia que ia ressuscitar Lázaro minutos depois, ainda assim chorou diante da dor de Marta e Maria e diante da realidade da morte. Este choro afirma que a fé na ressurreição não elimina a dor legítima diante da morte — Jesus mostra que é possível, e até necessário, chorar os mortos mesmo quando se crê firmemente na vida eterna.

São Lázaro de Betânia, diante de cujo túmulo Jesus chorou, interceda pelos que choram a perda de entes queridos — para que encontrem na compaixão de Cristo o conforto que a fé na ressurreição não substitui mas complementa. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

Quinto Dia — “Lázaro, Vem Para Fora!”: A Voz que Ressuscita

Meditação: O comando de Jesus diante do túmulo — “Lázaro, vem para fora!” — é uma das frases mais autoritárias e mais dramáticas de todo o Evangelho. Não foi uma oração suplicante: foi uma ordem, dita com a autoridade de quem é Senhor da vida e da morte. Esta voz — que alcançou Lázaro mesmo no túmulo, mesmo morto há quatro dias — é a mesma voz que Cristo dirige a tudo o que em nós está espiritualmente morto: pecado, desânimo, desesperança. A voz que ressuscitou Lázaro ainda chama hoje.

São Lázaro de Betânia, chamado por Jesus com a voz que alcança até o túmulo, interceda para que eu ouça a mesma voz de Cristo chamando-me a sair do que em mim está espiritualmente morto. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

Sexto Dia — “Desligai-o, e Deixai-o Ir”: A Comunidade que Liberta

Meditação: Depois de Lázaro sair do túmulo, ainda envolto nas faixas mortuárias, Jesus ordenou aos presentes: “Desligai-o, e deixai-o ir” (Jo 11:44). A ressurreição foi obra de Cristo, mas a libertação final — soltar as faixas, ajudá-lo a caminhar livremente — foi confiada à comunidade. Este detalhe mostra que mesmo os milagres mais espetaculares de Deus muitas vezes pedem a colaboração humana para se completarem: Cristo ressuscita, mas a comunidade desata as amarras que ainda prendem.

São Lázaro de Betânia, desligado pela comunidade após a ressurreição que Cristo operou, interceda para que eu seja instrumento de libertação para os que, na minha comunidade, ainda estão presos por amarras que precisam ser desatadas. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

Sétimo Dia — A Ameaça aos Sacerdotes: O Sinal que Provoca

Meditação: O milagre de Lázaro foi um dos fatores diretos que precipitou a decisão das autoridades judaicas de condenar Jesus à morte (Jo 11:53). O sinal mais espetacular de Cristo provocou não apenas fé, mas também temor e hostilidade dos que viam o poder crescente de Jesus como ameaça política. A ressurreição de Lázaro está, portanto, intrinsecamente ligada à própria Paixão de Cristo: o último sinal público que confirmou quem Ele era foi também o que apressou a Sua condenação.

São Lázaro de Betânia, cuja ressurreição precipitou a condenação de Jesus, interceda para que eu compreenda que os maiores sinais da presença de Deus na minha vida podem trazer tanto fé quanto oposição — e que esteja preparado para ambas. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

Oitavo Dia — Os Lazaretos: O Cuidado dos Mais Estigmatizados

Meditação: A tradição medieval, através da identificação (mesmo que exegeticamente discutível) com o mendigo Lázaro da parábola, deu origem aos “lazaretos” — hospitais dedicados ao cuidado dos leprosos e doentes contagiosos, os mais estigmatizados socialmente de toda a Idade Média. Esta tradição institucional — que cuidava dos que a sociedade isolava por medo — encarna a mesma compaixão que Cristo mostrou diante do túmulo de Lázaro: a disposição de se aproximar do que mais repugna ou assusta para oferecer cuidado e dignidade.

São Lázaro de Betânia, em cujo nome foram fundados os lazaretos para cuidar dos mais estigmatizados, interceda pelos profissionais de saúde que cuidam de doentes contagiosos e pelos que vivem com doenças que a sociedade ainda estigmatiza. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

Nono Dia — Consagração Final

Meditação: São Lázaro de Betânia experimentou, dentro da própria vida terrena, o que todo cristão espera viver no fim dos tempos: a morte e a ressurreição pelo poder de Cristo. Esta antecipação — que aconteceu não pela própria virtude de Lázaro, mas pela amizade que Jesus lhe tinha e pela glória que Deus queria manifestar — é o sinal mais concreto de que a esperança cristã na ressurreição não é abstrata: tem um precedente histórico, um homem que morreu, foi sepultado e que voltou a caminhar entre os vivos pela voz de Cristo.

São Lázaro de Betânia, ao terminar esta novena, peço a graça de viver com a firme esperança de que a voz de Cristo que te chamou do túmulo ainda hoje chama todos os que estão espiritualmente mortos a saírem para a vida plena. Interceda pelas intenções desta novena. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

Oração de Encerramento (Todos os Dias)

Glorioso São Lázaro de Betânia, amigo de Jesus ressuscitado ao quarto dia, receba as orações desta novena e interceda por mim junto ao Senhor Jesus. Peça para mim a graça de uma fé firme na ressurreição, de uma esperança que não nega a dor legítima da perda, e de uma vida que responde à voz de Cristo que chama tudo o que em mim está morto a viver plenamente. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

As 10 Perguntas Mais Frequentes sobre São Lázaro de Betânia e Esta Novena

1. Quem foi São Lázaro de Betânia?

São Lázaro de Betânia foi irmão de Marta e Maria, amigo íntimo de Jesus, que morreu e foi ressuscitado por Cristo ao quarto dia após a morte, conforme narrado em João 11. Este milagre é o último e mais espetacular sinal público de Jesus antes da Paixão. A tradição diz que Lázaro viveu ainda muitos anos depois, possivelmente como bispo. Festa em 17 de dezembro.

2. Quando é a festa de São Lázaro de Betânia?

A festa de São Lázaro de Betânia é celebrada em 17 de dezembro. A novena começa em 8 de dezembro.

3. Como foi a ressurreição de Lázaro?

Lázaro adoeceu e morreu enquanto Jesus, intencionalmente, demorava a chegar a Betânia. Quando Jesus chegou, Lázaro já estava morto há quatro dias. Jesus chorou diante do túmulo, ordenou que removessem a pedra, e gritou: “Lázaro, vem para fora!” Lázaro saiu vivo, ainda envolto nas faixas mortuárias.

4. Por que “Jesus chorou” é tão importante teologicamente?

“Jesus chorou” (Jo 11:35) é o versículo mais curto da Bíblia. É importante porque mostra que Jesus, mesmo sabendo que ia ressuscitar Lázaro, ainda sentiu e expressou dor diante da morte do amigo e da angústia das irmãs. Afirma a humanidade real de Cristo e mostra que a fé na ressurreição não exclui a dor legítima do luto.

5. São Lázaro de Betânia é o mesmo que o mendigo Lázaro da parábola?

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Não, exegeticamente são duas pessoas distintas. Lázaro de Betânia é uma pessoa histórica do Evangelho de João. O mendigo Lázaro é um personagem da parábola do rico e o mendigo (Lucas 16:19-31). A tradição medieval os confundiu, dando origem à associação de São Lázaro com a lepra e as doenças contagiosas.

6. O que são os “lazaretos”?

Os “lazaretos” eram hospitais medievais e modernos dedicados ao cuidado de leprosos e doentes contagiosos, nomeados em homenagem a São Lázaro devido à identificação medieval com o mendigo da parábola. Foram instituições importantes no cuidado dos doentes mais estigmatizados socialmente.

7. O que aconteceu a Lázaro após a ressurreição?

A tradição cristã posterior — não documentada nos Evangelhos canônicos — diz que Lázaro viveu ainda muitos anos após a ressurreição. Algumas tradições dizem que se tornou bispo de Chipre; outras tradições francesas dizem que migrou para Marselha e se tornou bispo ali.

8. Por que a ressurreição de Lázaro precipitou a condenação de Jesus?

Segundo João 11:53, a partir da ressurreição de Lázaro, as autoridades judaicas “deliberaram tirar-Lhe a vida” — temendo que o crescente reconhecimento popular de Jesus como fazedor de milagres extraordinários ameaçasse a estabilidade política da região sob domínio romano.

9. Quantos dias Lázaro esteve morto antes da ressurreição?

Lázaro esteve morto e sepultado por quatro dias antes de Jesus chegar a Betânia e ressuscitá-lo. Este detalhe é significativo na cultura judaica da época, que acreditava que a alma permanecia próxima do corpo até o terceiro dia — passados quatro dias, a morte era considerada definitiva e irreversível por meios naturais.

10. Como rezar a Novena de São Lázaro para obter maiores frutos espirituais?

Para obter mais frutos: ler o capítulo 11 do Evangelho de João antes de começar a novena; oferecer a novena por alguém que está enlutado ou que perdeu um ente querido recentemente; rezar especificamente pelos doentes contagiosos e pelos que cuidam deles; e terminar cada dia com a pergunta “que parte de mim ainda está no túmulo esperando a voz de Cristo que chama para fora?”

Outras Devoções Relacionadas

A devoção a São Lázaro se aprofunda com outros conteúdos do site. A Novena de São Roque complementa — outro grande padroeiro dos doentes contagiosos cuja devoção se desenvolveu paralelamente à dos lazaretos. A Novena de Santa Marta aprofunda — a irmã de Lázaro cuja confissão de fé “Eu creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus” precede diretamente o milagre da ressurreição. O capítulo de 1 Coríntios 13 sobre o amor é central para compreender por que Jesus chorou diante do túmulo do amigo que amava.

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