Novena de Santa Margarida de Cortona — 9 Dias de Oração à Penitente da Misericórdia
Há uma santa do século XIII cuja história é uma das mais humanas e mais corajosas do hagiografia franciscana: Santa Margarida de Cortona foi amante de um nobre durante nove anos, mãe de um filho ilegítimo, mulher que viveu no pecado sabendo que estava no pecado — e que se converteu não porque a vida havia sido fácil mas porque a misericórdia de Deus é maior do que qualquer pecado humano. A sua conversão foi desencadeada pela morte violenta do amante — e em vez de usar este tragédia para endurecer o coração, Margarida usou-a para o abrir definitivamente à graça que havia estado a bater durante anos.
A vida de Margarida de Cortona é a prova mais eloquente de que a santidade não é a vida sem pecado mas a vida que, depois do pecado, se entrega totalmente à misericórdia de Deus. Margarida não chegou à santidade por um caminho de virtude ininterrupta: chegou por um caminho de conversão radical — que incluiu anos de penitência pública, de humilhação voluntária, de serviço aos pobres e aos doentes, e de uma vida mística de uma profundidade que os seus contemporâneos reconheciam como excepcional. O Papa Francisco citou Margarida de Cortona na Bula de indução do Jubileu 2025 como modelo da misericórdia que transforma.
Canonizada em 1728 por Bento XIII. A sua festa é celebrada em 22 de fevereiro.
Quem Foi Santa Margarida de Cortona

Margarida nasceu em 1247 em Laviano, perto de Perugia, filha de um pequeno agricultor. A mãe morreu quando era criança e o pai casou de novo — com uma madrasta que, segundo as crónicas, não era gentil com Margarida. Esta infância de desamor familiar é frequentemente citada pelos biógrafos como o contexto que tornaria Margarida vulnerável à sedução de Arsenio — o jovem nobre de Montepulciano que a levou para casa como concubina quando ela tinha dezasseis anos.
Margarida viveu com Arsenio durante nove anos — amada, bem tratada, mãe de um filho — mas sem nunca receber a proposta de casamento que esperava. As crónicas descrevem a sua inquietação espiritual durante estes anos: sabia que vivia em pecado, sentia a dissonância entre a vida que levava e a fé em que havia sido criada, mas não encontrava a força para a ruptura.
Em 1273, quando Margarida tinha vinte e seis anos, Arsenio foi assassinado — e o seu cão voltou para casa sem ele, puxando Margarida para o local onde o corpo havia sido encontrado. Esta morte violenta — que destruiu o único mundo que Margarida conhecia — foi ao mesmo tempo a maior tragédia e o maior dom da sua vida: a ruptura com o passado que ela não havia conseguido fazer por si mesma foi feita pelas circunstâncias.
Margarida voltou para casa do pai com o filho — e foi recebida com frieza. Depois de um período de incerteza, encontrou acolhimento em Cortona — nos frades Franciscanos e nas matronas cristãs da cidade que a apoiaram. Em 1277, foi admitida como Terceira Franciscana. E a partir daí, a vida de Margarida foi uma de penitência pública, de serviço aos pobres e doentes (fundou o hospital de Cortona e a Confraternidade da Misericórdia), e de contemplação mística de uma profundidade que o seu confessor e biógrafo, Frei Giunta Bevegnati, registou em detalhe.
Morreu em 22 de fevereiro de 1297 em Cortona, com cinquenta anos. Canonizada em 1728. A sua festa é celebrada em 22 de fevereiro.
A Conversão pela Tragédia: A Graça que Usa o Sofrimento
A conversão de Margarida de Cortona é um dos testemunhos mais honestos da hagiografia cristã: não foi uma conversão tranquila e gradual, com todos os sinais no lugar certo. Foi uma conversão desencadeada por uma tragédia — a morte do amante — que poderia ter produzido endurecimento em vez de abertura. A graça de Deus não causou a morte de Arsenio: mas usou a dor que essa morte produziu como o espelho em que Margarida finalmente viu a sua vida como ela realmente era.
Este padrão — a tragédia que se torna porta de conversão — não é o padrão habitual da evangelização. Mas é frequente na vida dos santos: Paulo foi convertido por uma queda do cavalo; Agostinho foi convertido pela morte de um amigo; Margarida de Cortona foi convertida pela morte do amante. A graça de Deus usa as circunstâncias — incluindo as mais dolorosas — como instrumentos de conversão quando o coração está suficientemente aberto para receber.
A Penitência Pública: A Humildade que Não Esconde

Uma das dimensões mais impressionantes da conversão de Margarida foi a penitência pública: ela insistia em confessar os seus pecados publicamente, em pedir perdão às pessoas que havia escandalisado, em fazer penitências que todos pudessem ver. O seu confessor tentou moderar este impulso — que os biógrafos interpretam como expressão de um escrúpulo excessivo mas também de uma honestidade radical: Margarida queria que a sua conversão fosse tão visível quanto o seu pecado havia sido.
Esta coragem da penitência pública — que não esconde o passado nem finge que não aconteceu — é um dos aspectos mais modernos da espiritualidade de Margarida. Numa cultura onde o passado vergonhoso é sistematicamente ocultado ou negado, Margarida propõe o oposto: a transparência radical que não tem medo de ser conhecida pelo que foi, porque a misericórdia de Deus é maior do que qualquer passado.
Como Rezar Esta Novena
- De 13 a 21 de fevereiro — nos nove dias antes da festa de 22 de fevereiro
- Para os que viveram ou vivem situações de pecado grave e buscam conversão
- Para os que perderam alguém de forma trágica e buscam sentido
- Para mães solteiras e famílias em situações irregulares
- Para aprofundar a confiança na misericórdia de Deus
- Para os Franciscanos Seculares (Terceira Ordem)
Oração de Abertura (Todos os Dias)
Gloriosa Santa Margarida de Cortona, penitente que a misericórdia de Deus transformou de concubina em santa, intercedei por mim durante estes nove dias de novena. Vós que não escondestes o vosso passado mas o oferecestes à misericórdia de Deus com uma transparência que chocava os bem-pensantes, intercedei para que eu também confie na misericórdia de Deus mais do que no peso do meu passado. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Primeiro Dia — A Infância Sem Mãe: A Ferida que Prepara
Meditação: Margarida perdeu a mãe na infância e cresceu com uma madrasta que não lhe dava o amor que precisava. Esta ferida original — o desamor na infância — não justifica os erros subsequentes mas explica a vulnerabilidade que os tornou possíveis. Compreender as raízes humanas do pecado — sem as usar como desculpa mas como contexto para a compaixão — é uma das formas mais maduras de espiritualidade: a que não julga rapidamente porque compreende profundamente.
Santa Margarida de Cortona, que cresceste com a ferida da ausência materna, intercedei pelas crianças que crescem sem o amor que merecem. Pelos que têm feridas de infância que os tornam vulneráveis às tentações da vida adulta. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Segundo Dia — Os Nove Anos de Pecado: A Dissonância Que Não Cessa
Meditação: Margarida viveu nove anos como concubina — sabendo que era pecado, sentindo a dissonância entre a fé da infância e a vida que levava, mas sem encontrar a força para a ruptura. Esta situação — de saber que o que se faz é errado mas não ter a força para parar — é a condição de muitas pessoas, em muitas formas diferentes. A graça não elimina esta dissonância por decreto: trabalha nela pacientemente, esperando o momento em que o coração finalmente cede.
Santa Margarida de Cortona, que sentiste a dissonância durante nove anos sem conseguir sair, intercedei pelos que estão presos em situações que sabem ser erradas mas das quais não conseguem sair sozinhos. Que encontrem a misericórdia que Margarida encontrou — não no momento em que merecem mas no momento em que Deus escolhe. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Terceiro Dia — O Cão que Voltou Sozinho: A Providência nos Detalhes
Meditação: A morte de Arsenio foi revelada a Margarida pelo cão do amante que voltou para casa sozinho e a puxou para o local onde o corpo havia sido encontrado. Este detalhe — o cão como instrumento involuntário da providência — é de uma concretude que as conversões espirituais raramente têm. Deus usa os meios mais inesperados para fazer chegar as mensagens mais importantes: um cão, uma queda do cavalo, a leitura de um versículo. A providência não tem preferências estéticas.
Santa Margarida de Cortona, cuja conversão começou com um cão que voltou sozinho para casa, intercedei para que eu aprenda a ver os instrumentos inesperados da providência. Que eu não espere que Deus fale apenas pelos canais habituais da devoção. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Quarto Dia — A Rejeição do Pai: A Misericórdia que Só Deus Dá
Meditação: Quando Margarida voltou para casa do pai com o filho após a morte de Arsenio, foi recebida com frieza. A família humana — que poderia ter sido o primeiro espaço de misericórdia — não o foi. E Margarida encontrou a misericórdia noutro lugar: nos frades franciscanos de Cortona, nas matronas cristãs que a acolheram, e acima de tudo no Deus que é o Pai que sempre recebe o filho que regressa (Lc 15:20). A misericórdia que a família humana recusou foi dada por Deus através da família eclesial.
Santa Margarida de Cortona, rejeitada pelo pai e acolhida pela família franciscana, intercedei pelos que foram rejeitados pela família quando mais precisavam. Que encontrem na comunidade eclesial a misericórdia que a família biológica não soube dar. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Quinto Dia — A Terceira Franciscana: A Vocação que a Estrutura Sustentou
Meditação: A admissão de Margarida como Terceira Franciscana em 1277 — após anos de vida irregular e de penitência — foi o momento em que a conversão encontrou uma estrutura que a sustentava. A vocação eclesial não cria a santidade: dá-lhe um enquadramento que protege, que alimenta e que sustenta. Margarida precisava da Terceira Ordem franciscana tanto quanto a Terceira Ordem precisava de Margarida: a penitente que encontrou a estrutura que dava forma à sua conversão.
Santa Margarida de Cortona, Terceira Franciscana cuja conversão encontrou sustento na estrutura eclesial, intercedei pelos Terceiros Franciscanos e pelos que vivem a vida cristã comprometida no mundo. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Sexto Dia — O Hospital de Cortona: A Penitência que Serve
Meditação: Margarida fundou o hospital de Cortona e a Confraternidade da Misericórdia — obras de caridade que transformaram em serviço concreto a penitência que poderia ter ficado como auto-punição. Esta transformação — da penitência em serviço, do sofrimento em caridade — é o sinal mais claro de que a conversão de Margarida era genuína: não buscava punir-se a si mesma mas compensar o mal que havia causado com o bem que podia fazer.
Santa Margarida de Cortona, fundadora do hospital de Cortona e da Confraternidade da Misericórdia, intercedei pelas obras de misericórdia da Igreja. Pelos hospitais, pelos lares, pelas obras de caridade que são o prolongamento da penitência transformada em amor. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Sétimo Dia — A Vida Mística: O Amor que Supera o Passado
Meditação: A vida mística de Margarida de Cortona — registada pelo seu confessor Frei Giunta Bevegnati nos “Legenda de Vita et Miraculis Beatae Margaritae de Cortona” — foi de uma profundidade que os seus contemporâneos reconheciam como excepcional. As suas conversações interiores com Cristo, as suas visões, a sua contemplação da Paixão — tudo isto era fruto de uma intimidade com Deus que havia crescido exactamente onde o pecado havia estado. A misericórdia de Deus não apenas perdoou o passado: usou-o como escola da compaixão que tornava Margarida tão eficaz no serviço aos pecadores.
Santa Margarida de Cortona, mística cuja intimidade com Cristo cresceu exactamente onde o pecado havia estado, intercedei para que eu confie que Deus pode usar o meu passado — incluindo os piores momentos — como escola do amor que Ele quer que eu tenha. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Oitavo Dia — Modelo de Misericórdia no Jubileu 2025
Meditação: O Papa Francisco citou Margarida de Cortona na Bula de Indução do Jubileu 2025 como modelo da misericórdia que transforma. Esta citação papal — que coloca Margarida ao lado de Paulo, Agostinho e outros grandes convertidos da história cristã — é o reconhecimento mais recente de que a história de Margarida não é uma curiosidade hagiográfica mas um modelo perene da misericórdia de Deus. Em cada geração, há os seus Margaridas — pessoas com passados difíceis que a misericórdia de Deus transforma em santos.
Santa Margarida de Cortona, citada pelo Papa Francisco como modelo do Jubileu da Misericórdia, intercedei para que o Jubileu seja para mim o que foi para ti: não uma formalidade religiosa mas um encontro real com a misericórdia de Deus que transforma. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Nono Dia — Consagração Final
Meditação: Santa Margarida de Cortona morreu em 22 de fevereiro de 1297 em Cortona — com cinquenta anos, depois de vinte e quatro anos de vida franciscana de uma penitência, de um serviço e de uma contemplação que transformaram a concubina de Montepulciano numa das santas mais amadas da Itália medieval. A sua vida diz uma coisa só, com uma clareza que atravessa os séculos: a misericórdia de Deus é maior do que qualquer pecado humano. Maior do que os nove anos de Arsenio. Maior do que a rejeição do pai. Maior do que a vergonha pública. Maior do que qualquer coisa que possamos ter feito ou que nos possam ter feito.
Santa Margarida de Cortona, ao terminar esta novena de nove dias, eu me comprometo a confiar na misericórdia de Deus mais do que no peso do meu passado. Que a tua história me recorde que nenhum pecado é maior do que a misericórdia. Intercedei pelas intenções desta novena. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Oração de Encerramento (Todos os Dias)
Gloriosa Santa Margarida de Cortona, penitente da misericórdia, recebei as orações desta novena e intercedei por mim junto ao Senhor Jesus, cuja misericórdia transformou a tua vida de concubina em modelo de santidade para todos os séculos. Obtende para mim a graça de confiar na misericórdia de Deus sem condições, de fazer penitência com alegria e não com medo, e de transformar qualquer sofrimento em serviço — como tu transformaste a morte do amante em caminho para a santidade. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Quando Rezar Esta Novena
- De 13 a 21 de fevereiro — nos nove dias antes da festa de 22 de fevereiro
- Para os que buscam conversão após pecado grave
- Para os que perderam alguém de forma trágica
- Para mães solteiras e famílias em situações irregulares
- Para aprofundar a confiança na misericórdia de Deus
- Para os Franciscanos Seculares
As 10 Perguntas Mais Frequentes sobre Santa Margarida de Cortona e Esta Novena
1. Quem foi Santa Margarida de Cortona?
Santa Margarida de Cortona (1247-1297) foi uma Terceira Franciscana italiana famosa pela sua conversão radical após nove anos de vida como concubina. Fundou o hospital de Cortona e a Confraternidade da Misericórdia. Foi citada pelo Papa Francisco no Jubileu 2025 como modelo da misericórdia que transforma. Canonizada em 1728. Festa em 22 de fevereiro.
2. Quando é a festa de Santa Margarida de Cortona?
A festa de Santa Margarida de Cortona é celebrada em 22 de fevereiro, data da sua morte em 1297. A novena começa em 13 de fevereiro.
3. Como foi a conversão de Santa Margarida de Cortona?
Margarida vivia como concubina do nobre Arsenio há nove anos quando ele foi assassinado em 1273. O seu cão voltou para casa sozinho e a levou ao local do corpo. Esta morte trágica desencadeou a conversão: Margarida voltou para casa do pai (que a recebeu com frieza), encontrou acolhimento nos Franciscanos de Cortona, e iniciou uma vida de penitência e serviço.
4. Qual era a relação de Margarida de Cortona com os Franciscanos?
Margarida encontrou acolhimento nos frades Franciscanos de Cortona após a morte de Arsenio. Em 1277, foi admitida como Terceira Franciscana (Franciscana Secular). O seu confessor, Frei Giunta Bevegnati, foi o seu principal apoio espiritual e o autor da “Legenda” que registou a sua vida mística.
5. O que foi a Confraternidade da Misericórdia fundada por Margarida?
Margarida fundou o hospital de Cortona e a Confraternidade della Misericordia — uma associação de leigos dedicada ao cuidado dos pobres e dos doentes. Esta obra de caridade transformou em serviço concreto a energia penitencial da sua conversão: em vez de se punir a si mesma, Margarida compensou o mal passado com o bem presente.

6. Por que Santa Margarida de Cortona praticava penitência pública?
Margarida insistia em fazer penitência publicamente — confessando os pecados publicamente, pedindo perdão às pessoas que havia escandalisado. O seu confessor tentou moderar este impulso. Para Margarida, a conversão devia ser tão visível quanto o pecado havia sido: a transparência radical que não teme ser conhecida pelo que foi, porque a misericórdia de Deus é maior do que qualquer passado.
7. Qual foi a vida mística de Santa Margarida de Cortona?
A vida mística de Margarida foi registada pelo seu confessor Frei Giunta Bevegnati nos “Legenda de Vita et Miraculis”. Incluía conversações interiores com Cristo, visões da Paixão e uma contemplação de uma profundidade que os contemporâneos reconheciam como excepcional. A sua intimidade com Cristo cresceu exactamente no lugar onde o pecado havia estado.
8. Por que o Papa Francisco citou Santa Margarida de Cortona no Jubileu 2025?
O Papa Francisco citou Margarida de Cortona na Bula de Indução do Jubileu 2025 como modelo da misericórdia que transforma — ao lado de Paulo, Agostinho e outros grandes convertidos. A história de Margarida é o modelo perene de que a misericórdia de Deus é maior do que qualquer pecado humano e que pode transformar qualquer vida.
9. Qual é a mensagem espiritual central de Santa Margarida de Cortona?
A mensagem central de Margarida é que a misericórdia de Deus é maior do que qualquer pecado humano. Maior do que os nove anos de vida irregular. Maior do que a rejeição familiar. Maior do que a vergonha pública. A santidade não é a vida sem pecado: é a vida que, depois do pecado, se entrega totalmente à misericórdia de Deus sem reservas e sem condições.
10. Como rezar a Novena de Santa Margarida de Cortona para obter maiores frutos espirituais?
Para obter mais frutos: rezar cada dia com um acto explícito de confiança na misericórdia de Deus — independentemente do peso do passado; fazer o sacramento da Confissão durante a novena em honra da penitente que amava a confissão; rezar especificamente por alguém que conhece e que tem dificuldade em acreditar que Deus pode perdoar o que fizeram; e terminar cada dia com a frase “a misericórdia de Deus é maior do que qualquer coisa que eu fiz ou que me fizeram” como acto de fé.
Outras Devoções Relacionadas
A devoção a Santa Margarida de Cortona aprofunda-se com outros conteúdos do site. A Novena de Santa Maria Madalena complementa — a outra grande penitente do Evangelho que a tradição associa a Margarida como modelo de conversão radical. A Novena de Nossa Senhora de Fátima aprofunda — a Mãe da Misericórdia que Margarida invocava na sua penitência. O Salmo 51 — “sede misericordioso para comigo, ó Deus, segundo a Tua grande misericórdia” — é o salmo de Margarida: a penitente que confiou na grande misericórdia de Deus mais do que no peso dos seus pecados.





